Os mais promissores de 2010: mulheres 'estragaram' a vida a alguns, outros chegaram ao Real e viraram caso

Dominic Adiyiah (Reggina) - Chegou a estar vinculado ao AC Milan, mas nem chegou a atuar nos milaneses. Atua de momento nos tailandeses do Sisaket.
Toby Alderweireld (Ajax) - Deixou o Ajax em 2013 para rumar ao Atlético Madrid e, em seguida, reforçou o Tottenham. Atua nos spurs desde então, onde é titular indiscutível.
Hamdan Al-Kamali (Al Wahda) - Dez anos depois desta lista, este defesa central ainda atua no mesmo clube à data da divulgação da tabela. Pelo meio chegou a atuar na Europa por empréstimo, mas sem sucesso.
Jano Ananidze (Spartak Moscovo) - Era visto como grande promessa da Geórgia, mas pese embora ter já 43 internacionalizações, nunca atingiu o nível para merecer estar nesta lista.
Andre Ayew (Marselha) - Internacional ganês, atua de momento no Swansea City. Não se pode dizer que tenha tido uma má carreira...
Khouma Babacar (Fiorentina) - À data da lista era visto como uma grande promessa do futebol senegalês, mas dez anos volvidos, e mesmo tendo cumprido alguns anos na Serie A, nunca atingiu um nível de topo.
Holger Badstuber (Bayern Munique) - Um daqueles casos em que as lesões travaram uma carreira que poderia ter sido muito bem sucedida. Atua de momento no Estugarda.
Gareth Bale (Tottenham) - Na altura era a grande referência do Tottenham, o que lhe valeu uma transferência milionária para o Real Madrid. Nos merengues nem depois da saída de Ronaldo conseguiu convencer por completo.
Mario Balotelli (Manchester City) - Tinha tudo para ter dado um craque de topo mundial (são vários os que o dizem), mas a rebeldia foi mais forte. Joga de momento no Brescia.
Ben Sahar (Hapoel Telavive) - Chegou ao Chelsea em 2006 com grandes expectativas, mas apenas fez três jogos nos blues. Andou de empréstimo em empréstimo, de país em país e em 2015 voltou a Israel para jogar no Hapoel Be'er Sheva.
Bojan (Barcelona) - O primeiro grande caso de insucesso. Foi apontado como um possível sucessor de Leo Messi, mas a sua carreira foi tudo menos bem sucedida. Joga de momento na Major League Soccer, no Montreal Impact.
Kim Bo-Kyung (Oita Trinita) - Em 2012 rumou à Europa para reforçar o Cardiff, foi cedido ao Wigan por uma época e em 2015 voltou ao seu país natal. Por lá anda...
Ryad Boudebouz (Sochaux) - Internacional argelino, assinou boas passagens por Sochaux, Bastia e Montpellier, rumou a Espanha e voltou a França este ano.
Dedryck Boyata (Manchester City) - Chegou a ser visto como grande promessa para a defesa dos citizens, mas nada disso foi confirmado. Joga de momento no Hertha Berlim.
Breno (Bayern Munique) - Lesões, problemas psicológicos e até uma ida à prisão. A vida do defesa brasileiro dava um filme... Longe dos grandes palcos, atua agora no Vasco da Gama.
Sergio Canales (Real Madrid) - Em 2010 o Real Madrid depositou em si grandes esperanças quando o contratou ao Racing Santander, mas a aposta foi claramente falhada. Atua de momento no Betis e esta época até já foi chamado à seleção.
Mehdi Carcela-Gonzalez (Standard Liege) - Antigo jogador do Benfica, em 2010 pensava-se que Carcela poderia atingir um bom nível, mas a sua carreira nunca chegou ao patamar que se imaginou.
Luc Castaignos (Feyenoord) - Outro jogador com passagem por Portugal, neste caso pelo Sporting, e tal como Carcela... acabou em flop. Foi visto como uma forte promessa do futebol holandês, chegou a jogar no Inter Milão, mas agora anda 'perdido' no Gyeongnam, da Coreia do Sul.
Diego Contento (Bayern) - A piada é fácil, mas acreditamos que Diego certamente não estará muito 'contento' com a sua carreira. Atuava no Bayern Munique, até tinha boas perspetivas, mas nunca as confirmou. Está ligado ao Fortuna Dusseldorf, mas não joga desde 2018 devido a lesão.
Philippe Coutinho (Inter Milão) - O caso de um jogador que aproveitou as segundas oportunidades (e que depois as desperdiçou). No Inter foi uma desilusão; explodiu no Liverpool; desiludiu no Barcelona; e agora está apostado em brilhar no Bayern Munique...
David De Gea (Atlético Madrid) - Um dos melhores guarda-redes do Mundo. Tudo dito.
Alvaro Domínguez (Atlético Madrid) - Já retirado do futebol devido a uma lesão nas costas, foi internacional espanhol e notabilizou-se no Atlético Madrid, equipa na qual conquistou a Liga Europa em 2010 e 2012.
Giovanni dos Santos (Tottenham) - Mais um daqueles casos de promessa totalmente falhada. No Barcelona, tal como Bojan, foi visto como uma super promessa, mas o melhor que fez na carreira foi impor-se como figura no LA Galaxy. Joga agora no America, do México.
Douglas Costa (Shakhtar Donetsk) - Tal como muitos brasileiros, entrou na Europa pela Ucrânia e lá se mostrou antes de dar o salto para o topo. Chegou ao Bayern Munique e deixou boa marca, antes de se mudar para a Juventus.
Alan Dzagoev (CSKA Moscovo) - Figura do CSKA Moscovo praticamente desde que se estreou acumula mais de 250 jogos na última década. Ainda assim, pensava-se que iria atingir outros palcos...
Gueida Fofana (Le Havre) - Internacional em praticamente todos os escalões de formação franceses, falhou na subida a sénior e acabou por terminar a carreira em 2017.
Ganso (Santos) - A par de Neymar, formava uma dupla temível no Santos, mas ao contrário do avançado do Paris SG a sua carreira nunca chegou (nem perto) do que se esperava.
Giuliano (Internacional) - Tal como outros brasileiros, entrou na Europa pela Ucrânia (para jogar no Dnipro), mas não teve tanto sucesso como os compatriotas. Atua de momento no Al Nassr e, mesmo com uma carrera de altos e baixos, soma dez internacionalizações pelo Brasil.
Maxime Gonalons (Lyon) - Chegou a ser uma das 'next big things' do Lyon e de lá saiu em 2017 para reforçar a Roma. Não convenceu e cumpre de momento o segundo empréstimo (no Granada), depois de ter estado no Sevilha.
Mario Götze (Dortmund) - O currículo quanto a troféus diz muito (campeão do Mundo, cinco vezes campeão alemão, entre outros), mas fica sempre a sensação que poderia ter sido ainda mais jogador...
Antoine Griezmann (Real Sociedad) - Na altura brilhava nos bascos, de onde saiu para o Atlético Madrid e posteriormente para o Barcelona. Deu certo, claramente!
Eden Hazard (Lille) - Do Lille saltou para o Chelsea, onde foi figura durante largos anos. Esta época mudou-se para o Real Madrid e... ainda não convenceu.
Jordan Henderson (Sunderland) - Com vinte anos levou o Liverpool a gastar mais de 20 milhões de euros na sua contratação, num movimento que muitos questionaram. Oito anos depois, é titular nos reds e na seleção inglesa...
Markus Henriksen (Rosenborg) - Internacional norueguês, este médio tinha 17 anos quando entrou nesta lista e até assinou uma carreira interessante. Joga de momento no Hull City.
Abel Hernández (Palermo) - Tinha acabado de se mudar para a Europa depois de deixar os responsáveis do Palermo impressionados. Atuou nos italianos por cinco anos, foi titular em grande parte dessa passagem, mas não chegou ao nível esperado. Joga de momento no Al Ahli.
Ander Herrera (Saragoça) - Explodiu um ano depois no Athletic Bilbao e rumou ao Manchester United, numa passagem por Inglaterra com vários altos e baixos. Joga no PSG.
Lewis Holtby (Mainz) - Olhando para aquilo que se gerou nesta altura, esperava-se bem mais deste médio, que mesmo assim chegou à Premier League para representar o Tottenham. De momento está em Inglaterra, mas no Blackburn Rovers.
James Rodríguez (FC Porto) - Tinha acabado de chegar aos dragões vindo do Banfield e preparava-se para assinar três temporadas de sonho nos portistas, com três títulos nacionais e uma Liga Europa. Saiu para o Monaco, rumou ao Real Madrid e acabou depois cedido ao Bayern Munique. A classe e o talento estão lá, mas a carreira não deu no que se esperava... pelo menos por completo.
Stevan Jovetic (Fiorentina) - Com 20 anos era visto como uma das maiores promessas da Europa de Leste e até chegou ao Manchester City, mas as lesões e alguma inconsistência não lhe permitiram deixar uma grande marca. Joga de momento no Monaco, isto depois de passagens sem sucesso por Inter Milão e Sevilha.
Vaclav Kadlec (Sparta Praga) - Desejosos por ter uma figura de topo, os checos viam neste avançado uma das suas grandes esperanças, mas analisadas as coisas... não deu grande resultado.
Shinji Kagawa (Dortmund) - Será provavelmente o jogador japonês de maior sucesso do passado recente. Foi figura no Borussia Dortmund, ao ser determinante em dois títulos nacionais. Atuou ainda no Manchester United (sem grande sucesso) e agora representa o Saragoça.
Gael Kakuta (Chelsea) - No Chelsea dizia-se que ia ser a próxima estrela, mas nos seis anos de blues conseguiu a incrível média de um jogo por temporada. Cumpriu também seis empréstimos e acabou por iniciar uma viagem pela Europa (com uma passagem pela China). Joga agora no Amiens.
Alan Kardec (Benfica) - Tinha acabado de chegar ao Benfica pela mão de Jorge Jesus, mas os quatro anos de encarnados não deixaram saudades. Voltou ao Brasil e agora representa com sucesso os chineses do Chongqing Dangdai Lifan.
Simon Kjaer (Wolfsburgo) - Figura de proa da seleção dinamarquesa, possui um currículo com algumas passagens bem sucedidas por vários clubes do Big Five europeu.
Maksym Koval (Dinamo Kiev) - Em nove anos de Dinamo Kiev jogou em pouco mais de cem partidas, tendo pelo meio cumprido quatro empréstimos. Joga agora nos sauditas do Al-Fateh.
Ismail Koybasi (Besiktas) - Internacional turco por 23 ocasiões, provocou uma 'tempestade' na Turquia quando em 2016 trocou o Besiktas pelo Fenerbahçe. Atua de momento no Granada.
Toni Kroos (Bayern Munique) - Mesmo que por vezes passe despercebido, continua a ser um dos melhores médios do mundo...
Manuel Lanzini (River Plate) - Chegou a pensar-se que se tinha perdido quando rumou ao Al Jazira, mas acabou 'salvo' pelo West Ham, clube no qual tem deixado boas indicações.
Adem Ljajic (Fiorentina) - Internacional sérvio, atuou na Roma, no Inter e no Torino, antes de no ano passado se juntar ao Besiktas.
Dejan Lovren (Lyon) - Do Lyon saiu em 2013/14 para rumar ao Southampton, equipa onde durou apenas uma época. Assinou depois pelo Liverpool e na época passada foi campeão europeu.
Romelu Lukaku (Anderlecht) - No ano seguinte a esta lista teve uma troca sem sucesso para o Chelsea. Rumou ao WBA e depois ao Everton, onde explodiu e saltou para o Manchester United. Nos red devils teve um percurso de altos e baixos e esta época reforçou o Inter Milão.
Lukman Haruna (Monaco) - Do Monaco rumou ao Dinamo Kiev e dali em diante começou a acumular empréstimos antes de deixar os ucranianos para rumar aos lituanos do Palanga.
Federico Macheda (Manchester United) - Pensou-se em Old Trafford que ia ser o craque do futuro, mas os passos seguintes não o confirmaram. Acumulou mais empréstimos do que golos pelos red devils e atua de momento nos gregos do Panathinaikos. Tem apenas 28 anos...
Guido Marilungo (Sampdoria) - Internacional jovem pela Itália, nunca teve um grande registo goleador para confirmar a presença nesta lista...
Marko Marin (Werder Bremen) - Teve o seu grande momento quando se mudou para o Chelsea em 2012, mas depois disso andou de empréstimo em empréstimo antes de se fixar em definitivo primeiro no Olympiacos e depois no Estrela Vermelha.
Emmanuel Mayuka (Young Boys) - Em 2012 rumou a Inglaterra para jogar no Southampton, mas em três anos não conseguiu impor-se e rumou a outras paragens. Joga agora no Green Buffaloes, da Zâmbia.
Thomas Müller (Bayern Munique) - O nome diz tudo. Um goleador com um currículo de fazer inveja.
Iker Muniain (Athletic Bilbao)  - Figura quase lendária do Athletic Bilbao, o avançado ainda só tem 26 anos, mas parece que joga há eternidades...
Marc Muniesa (Barcelona) - Fazia parte de uma geração que prometia muito no Barcelona, mas que não conseguiu confirmar o estatuto. Joga agora no Al-Arabi.
Ezequiel Muñoz (Palermo) - Depois de se mostrar no Boca Juniors, passou cinco anos no Palermo antes de partir para uma passagem também de sucesso no Génova. Atua de momento no Lanus.
Yann M'Vila (Rennes) - Internacional francês por 22 ocasiões, viveu a sua melhor fase precisamente depois da presença nesta lista. Andou pela Rússia, Itália e Inglaterra e na temporada passada voltou a França para jogar no Saint-Étienne.
Tomas Necid (CSKA Moscovo) - Era outra esperança checa para o futuro, tal como Kadlec, mas também não deixou assim uma marca tão forte. Joga agora nos holandeses do ADO Den Haag.
Neymar (Santos) - Apesar de muitos momentos polémicos, é o jogador mais caro da história e (quando quer) brilha em grande.
Sotiris Ninis (Panathinaikos) - Chegou a ser apontado a grandes clubes de topo, mas acabou por reforçar o Parma em 2012. Dali em diante começou um percurso instável que o conduziu aos israelitas do Hapoel Ashkelon na época passada.
Nicolas Nkoulou (Monaco) - Internacional camaronês, viveu os seus melhores anos no Marselha. Joga no Torino.
Javier Pastore (Palermo) - Foi a primeira grande contratação do 'novo' Paris SG e por lá atuou durante sete anos antes de voltar à Serie A para representar a Roma.
Alexandre Pato (Milan) - Tal como Ganso, também se esperava muito mais de Pato. Era visto como o avançado do futuro, mas excetuando o sucesso que teve no Milan a sua carreira acabou por não justificar esse estatuto. Representa o São Paulo.
Miralem Pjanic (Lyon) - Saltou para a Serie A em 2011, para reforçar inicialmente a Roma e depois da Juventus. É colega de Cristiano Ronaldo desde a época passada.
Pablo Piatti (Almería) - Quase 300 jogos disputados na Liga espanhola em dez anos e muitas histórias para contar. Pode não ter atingido um nível elevado, mas a sua carreira pode ser vista como positiva.
Rafael (Manchester United) - Irmão gémeo de Fábio, pensava-se que Rafael poderia ser uma alternativa de futuro para o lado direito da defesa, mas o brasileiro não confirmou. Joga agora no Lyon.
Yaroslav Rakitskiy (Shakhtar) - Titular praticamente indiscutível no Shakhtar Donetsk entre 2009 e 2019, no início deste ano mudou-se para o Zenit, onde mantém a sua fama de defesa 'durão'.
Diego Renan (Cruzeiro) - Tal como muitos outros brasileiros, viveu uma fase de afirmação entre 2009 e 2012, mas depois acabou por se perder. Atua agora na Ponte Preta.
Marco Reus (Mönchengladbach) - Pertencente a uma geração de mega talentos alemã, atua no Borussia Dortmund desde 2012 e por lá ter sido figura.
Emmanuel Riviere (Saint-Etienne) - Conseguiu uma boa soma golos em França (41), mas quando se mudou para Inglaterra perdeu o jeito e desde então apontou apenas oito tentos em cinco temporadas.
Jack Rodwell (Everton) - O Everton procurava uma mega estrela e encontrou em Rodwell esse miúdo para o futuro. O Manchester City confiou nessa previsão e apostou forte, mas o que se seguiu não confirmou essa contratação.
Salomon Rondón (Málaga) - Nome mais forte do futebol venezuelano, onde quer que ande leva consigo o faro goleador. Joga atualmente na China, no Dalian Yifang.
Victor Ruiz (Espanyol) - Uma passagem sem sucesso pelo Nápoles abalou a sua carreira, mas reergueu-se e deixou boas impressões no Valenica e no Villarreal. Atua de momento no Besiktas.
Mamadou Sakho (PSG) - Era figura central na defesa do PSG até que o dinheiro aterrou na capital francês. Perdeu espaço e rumou à Premier League, onde entrou via Liverpool. Deixou os reds em 2017 e é habitual opção no Crystal Palace.
Davide Santon (Inter Milão) - Era visto como um dos defesas para a nova geração, numa linha de sucessão a Paolo Maldini, mas a sua carreira nunca foi ao nível desse estatuto.
Georgi Shchennikov (CSKA Moscovo) - Em 2010 atuava no CSKA Moscovo... e por lá continua.
Xherdan Shaqiri (Basileia) - Notabilizou-se no Basileia e deu o salto para o Bayern Munique, mas nunca se afirmou. Rumou ao Inter Milão (sem deixar marca), passou pelo Stoke City (onde se destacou) e acabou no Liverpool (onde é segunda opção).
Harmeet Singh (Valerenga) - Em 2014 deixou a Escandinávia para rumar ao Feyenoord, mas rapidamente voltou à base. Atua no HJK.
Moussa Sissoko (Toulouse) - Internacional francês, está atualmente vinculado ao Tottenham, onde é um dos jogadores mais acarinhados pelos adeptos.
Robin Soder (Gotemburgo) - Fugiu um pouco à tendência do avançado gigante nórdico, mas nem o facto de ter uma estatura diferente do normal lhe permitiu dar o salto da sua zona de ação natural.
Miroslav Stoch (Fenerbahçe) - Presença regular na seleção eslovaca, passou pelo Chelsea sem sucesso antes de iniciar um périplo por vários clubes europeus e até árabes. Joga agora no  PAOK.
Yannis Tafer (Toulouse) - Mostrou-se nas camadas jovens francesas, mas depois de falhar na afirmação no Lyon andou 'perdido' pela Suíça antes de se mudar para a Tunísia, onde atua no ES Sahel.
Thiago Alcântara (Barcelona) - Era visto como um potencial sucessor de Xavi e Iniesta no Barcelona, mas a mudança para o Bayern Munique à boleia de Pep Guardiola mudou-lhe um pouco os planos. Ainda assim, é um dos elementos mais utilizados nos bávaros.
Lacina Traoré (Cluj) - É gigante na estatura e tem também um currículo similar no que a clubes diz respeito, o que não abana muito a seu favor...
Ricky Van Wolfswinkel (Utrecht) - Viveu no Sporting a melhor fase da sua carreira antes de partir rumo ao Norwich. De Inglaterra saiu sem deixar grande marca, mas acabou por se reencontrar com golos poucos depois. Primeiro no Vitesse e depois no Basileia.
Carlos Vela (Arsenal) - É mais um daqueles casos de um grande jogador... que nunca foi. Enquanto esteve ligado ao Arsenal cumpriu 29 jogos em sete anos e esteve emprestado por cinco vezes. Joga de momento no Los Angeles FC, onde é a principal estrela.
Jelle Vossen (Genk) - Em 2015 deixou a Bélgica para rumar a Inglaterra, mas um ano bastou para perceber que tinha de voltar a casa. É o goleador de serviço do Club Brugge.
Ante Vukusic (Hadjuk Split) - Com 19 anos era visto como uma promessa croata, mas mal saiu do Hajduk Split tudo mudou. Tanto que desde então marcou apenas 23 golos em sete anos.
Theo Walcott (Arsenal) - Pensou-se que tinha tudo para chegar a um ponto de ser uma super estrela, mas apesar dos números interessantes que tem, a sua carreira deixou sempre algo a desejar. Agora até é suplente no Everton.
Vladimir Weiss (Rangers) - O futebol eslovaco nunca teve grandes figuras, mas Weiss terá sido aquele que mais perto esteve disso. O problema foi que a sua passagem pelo Manchester City não deu certo e dali em diante... foi sempre em queda.
Georginio Wijnaldum (Feyenoord) - Figura no Liverpool e campeão europeu do último ano. Um autêntico caso de sucesso.
Jack Wilshere (Arsenal) - Não fosse o seu físico por vezes tramá-lo, Wilshere poderia ter chegado ao topo tanto no Arsenal como na seleção inglesa. Joga de momento no West Ham.
Danny Wilson (Liverpool) - Dois jogos no Liverpool e uma saída em 2013 para se afirmar num plano inferior (e claramente ao seu nível).
Siyanda Xulu (Mamelodi Sundowns) - Como este defesa chegou a esta lista não sabemos bem, mas para amostra temos 30 jogos em três épocas nos russos do Rostov...
Andriy Yarmolenko (Dinamo Kiev) - No West Ham desde o ano passado, fez grande parte da sua carreira no Dinamo Kiev, clube no qual é visto como uma figura histórica.
Sercan Yildirim (Bursaspor) - Uma carreira toda feita no seu país natal... e sem grandes motivos para celebrar.
Dominic Adiyiah (Reggina) - Chegou a estar vinculado ao AC Milan, mas nem chegou a atuar nos milaneses. Atua de momento nos tailandeses do Sisaket.
Toby Alderweireld (Ajax) - Deixou o Ajax em 2013 para rumar ao Atlético Madrid e, em seguida, reforçou o Tottenham. Atua nos spurs desde então, onde é titular indiscutível.
Hamdan Al-Kamali (Al Wahda) - Dez anos depois desta lista, este defesa central ainda atua no mesmo clube à data da divulgação da tabela. Pelo meio chegou a atuar na Europa por empréstimo, mas sem sucesso.
Jano Ananidze (Spartak Moscovo) - Era visto como grande promessa da Geórgia, mas pese embora ter já 43 internacionalizações, nunca atingiu o nível para merecer estar nesta lista.
Andre Ayew (Marselha) - Internacional ganês, atua de momento no Swansea City. Não se pode dizer que tenha tido uma má carreira...
Khouma Babacar (Fiorentina) - À data da lista era visto como uma grande promessa do futebol senegalês, mas dez anos volvidos, e mesmo tendo cumprido alguns anos na Serie A, nunca atingiu um nível de topo.
Holger Badstuber (Bayern Munique) - Um daqueles casos em que as lesões travaram uma carreira que poderia ter sido muito bem sucedida. Atua de momento no Estugarda.
Gareth Bale (Tottenham) - Na altura era a grande referência do Tottenham, o que lhe valeu uma transferência milionária para o Real Madrid. Nos merengues nem depois da saída de Ronaldo conseguiu convencer por completo.
Mario Balotelli (Manchester City) - Tinha tudo para ter dado um craque de topo mundial (são vários os que o dizem), mas a rebeldia foi mais forte. Joga de momento no Brescia.
Ben Sahar (Hapoel Telavive) - Chegou ao Chelsea em 2006 com grandes expectativas, mas apenas fez três jogos nos blues. Andou de empréstimo em empréstimo, de país em país e em 2015 voltou a Israel para jogar no Hapoel Be'er Sheva.
Bojan (Barcelona) - O primeiro grande caso de insucesso. Foi apontado como um possível sucessor de Leo Messi, mas a sua carreira foi tudo menos bem sucedida. Joga de momento na Major League Soccer, no Montreal Impact.
Kim Bo-Kyung (Oita Trinita) - Em 2012 rumou à Europa para reforçar o Cardiff, foi cedido ao Wigan por uma época e em 2015 voltou ao seu país natal. Por lá anda...
Ryad Boudebouz (Sochaux) - Internacional argelino, assinou boas passagens por Sochaux, Bastia e Montpellier, rumou a Espanha e voltou a França este ano.
Dedryck Boyata (Manchester City) - Chegou a ser visto como grande promessa para a defesa dos citizens, mas nada disso foi confirmado. Joga de momento no Hertha Berlim.
Breno (Bayern Munique) - Lesões, problemas psicológicos e até uma ida à prisão. A vida do defesa brasileiro dava um filme... Longe dos grandes palcos, atua agora no Vasco da Gama.
Sergio Canales (Real Madrid) - Em 2010 o Real Madrid depositou em si grandes esperanças quando o contratou ao Racing Santander, mas a aposta foi claramente falhada. Atua de momento no Betis e esta época até já foi chamado à seleção.
Mehdi Carcela-Gonzalez (Standard Liege) - Antigo jogador do Benfica, em 2010 pensava-se que Carcela poderia atingir um bom nível, mas a sua carreira nunca chegou ao patamar que se imaginou.
Luc Castaignos (Feyenoord) - Outro jogador com passagem por Portugal, neste caso pelo Sporting, e tal como Carcela... acabou em flop. Foi visto como uma forte promessa do futebol holandês, chegou a jogar no Inter Milão, mas agora anda 'perdido' no Gyeongnam, da Coreia do Sul.
Diego Contento (Bayern) - A piada é fácil, mas acreditamos que Diego certamente não estará muito 'contento' com a sua carreira. Atuava no Bayern Munique, até tinha boas perspetivas, mas nunca as confirmou. Está ligado ao Fortuna Dusseldorf, mas não joga desde 2018 devido a lesão.
Philippe Coutinho (Inter Milão) - O caso de um jogador que aproveitou as segundas oportunidades (e que depois as desperdiçou). No Inter foi uma desilusão; explodiu no Liverpool; desiludiu no Barcelona; e agora está apostado em brilhar no Bayern Munique...
David De Gea (Atlético Madrid) - Um dos melhores guarda-redes do Mundo. Tudo dito.
Alvaro Domínguez (Atlético Madrid) - Já retirado do futebol devido a uma lesão nas costas, foi internacional espanhol e notabilizou-se no Atlético Madrid, equipa na qual conquistou a Liga Europa em 2010 e 2012.
Giovanni dos Santos (Tottenham) - Mais um daqueles casos de promessa totalmente falhada. No Barcelona, tal como Bojan, foi visto como uma super promessa, mas o melhor que fez na carreira foi impor-se como figura no LA Galaxy. Joga agora no America, do México.
Douglas Costa (Shakhtar Donetsk) - Tal como muitos brasileiros, entrou na Europa pela Ucrânia e lá se mostrou antes de dar o salto para o topo. Chegou ao Bayern Munique e deixou boa marca, antes de se mudar para a Juventus.
Alan Dzagoev (CSKA Moscovo) - Figura do CSKA Moscovo praticamente desde que se estreou acumula mais de 250 jogos na última década. Ainda assim, pensava-se que iria atingir outros palcos...
Gueida Fofana (Le Havre) - Internacional em praticamente todos os escalões de formação franceses, falhou na subida a sénior e acabou por terminar a carreira em 2017.
Ganso (Santos) - A par de Neymar, formava uma dupla temível no Santos, mas ao contrário do avançado do Paris SG a sua carreira nunca chegou (nem perto) do que se esperava.
Giuliano (Internacional) - Tal como outros brasileiros, entrou na Europa pela Ucrânia (para jogar no Dnipro), mas não teve tanto sucesso como os compatriotas. Atua de momento no Al Nassr e, mesmo com uma carrera de altos e baixos, soma dez internacionalizações pelo Brasil.
Maxime Gonalons (Lyon) - Chegou a ser uma das 'next big things' do Lyon e de lá saiu em 2017 para reforçar a Roma. Não convenceu e cumpre de momento o segundo empréstimo (no Granada), depois de ter estado no Sevilha.
Mario Götze (Dortmund) - O currículo quanto a troféus diz muito (campeão do Mundo, cinco vezes campeão alemão, entre outros), mas fica sempre a sensação que poderia ter sido ainda mais jogador...
Antoine Griezmann (Real Sociedad) - Na altura brilhava nos bascos, de onde saiu para o Atlético Madrid e posteriormente para o Barcelona. Deu certo, claramente!
Eden Hazard (Lille) - Do Lille saltou para o Chelsea, onde foi figura durante largos anos. Esta época mudou-se para o Real Madrid e... ainda não convenceu.
Jordan Henderson (Sunderland) - Com vinte anos levou o Liverpool a gastar mais de 20 milhões de euros na sua contratação, num movimento que muitos questionaram. Oito anos depois, é titular nos reds e na seleção inglesa...
Markus Henriksen (Rosenborg) - Internacional norueguês, este médio tinha 17 anos quando entrou nesta lista e até assinou uma carreira interessante. Joga de momento no Hull City.
Abel Hernández (Palermo) - Tinha acabado de se mudar para a Europa depois de deixar os responsáveis do Palermo impressionados. Atuou nos italianos por cinco anos, foi titular em grande parte dessa passagem, mas não chegou ao nível esperado. Joga de momento no Al Ahli.
Ander Herrera (Saragoça) - Explodiu um ano depois no Athletic Bilbao e rumou ao Manchester United, numa passagem por Inglaterra com vários altos e baixos. Joga no PSG.
Lewis Holtby (Mainz) - Olhando para aquilo que se gerou nesta altura, esperava-se bem mais deste médio, que mesmo assim chegou à Premier League para representar o Tottenham. De momento está em Inglaterra, mas no Blackburn Rovers.
James Rodríguez (FC Porto) - Tinha acabado de chegar aos dragões vindo do Banfield e preparava-se para assinar três temporadas de sonho nos portistas, com três títulos nacionais e uma Liga Europa. Saiu para o Monaco, rumou ao Real Madrid e acabou depois cedido ao Bayern Munique. A classe e o talento estão lá, mas a carreira não deu no que se esperava... pelo menos por completo.
Stevan Jovetic (Fiorentina) - Com 20 anos era visto como uma das maiores promessas da Europa de Leste e até chegou ao Manchester City, mas as lesões e alguma inconsistência não lhe permitiram deixar uma grande marca. Joga de momento no Monaco, isto depois de passagens sem sucesso por Inter Milão e Sevilha.
Vaclav Kadlec (Sparta Praga) - Desejosos por ter uma figura de topo, os checos viam neste avançado uma das suas grandes esperanças, mas analisadas as coisas... não deu grande resultado.
Shinji Kagawa (Dortmund) - Será provavelmente o jogador japonês de maior sucesso do passado recente. Foi figura no Borussia Dortmund, ao ser determinante em dois títulos nacionais. Atuou ainda no Manchester United (sem grande sucesso) e agora representa o Saragoça.
Gael Kakuta (Chelsea) - No Chelsea dizia-se que ia ser a próxima estrela, mas nos seis anos de blues conseguiu a incrível média de um jogo por temporada. Cumpriu também seis empréstimos e acabou por iniciar uma viagem pela Europa (com uma passagem pela China). Joga agora no Amiens.
Alan Kardec (Benfica) - Tinha acabado de chegar ao Benfica pela mão de Jorge Jesus, mas os quatro anos de encarnados não deixaram saudades. Voltou ao Brasil e agora representa com sucesso os chineses do Chongqing Dangdai Lifan.
Simon Kjaer (Wolfsburgo) - Figura de proa da seleção dinamarquesa, possui um currículo com algumas passagens bem sucedidas por vários clubes do Big Five europeu.
Maksym Koval (Dinamo Kiev) - Em nove anos de Dinamo Kiev jogou em pouco mais de cem partidas, tendo pelo meio cumprido quatro empréstimos. Joga agora nos sauditas do Al-Fateh.
Ismail Koybasi (Besiktas) - Internacional turco por 23 ocasiões, provocou uma 'tempestade' na Turquia quando em 2016 trocou o Besiktas pelo Fenerbahçe. Atua de momento no Granada.
Toni Kroos (Bayern Munique) - Mesmo que por vezes passe despercebido, continua a ser um dos melhores médios do mundo...
Manuel Lanzini (River Plate) - Chegou a pensar-se que se tinha perdido quando rumou ao Al Jazira, mas acabou 'salvo' pelo West Ham, clube no qual tem deixado boas indicações.
Adem Ljajic (Fiorentina) - Internacional sérvio, atuou na Roma, no Inter e no Torino, antes de no ano passado se juntar ao Besiktas.
Dejan Lovren (Lyon) - Do Lyon saiu em 2013/14 para rumar ao Southampton, equipa onde durou apenas uma época. Assinou depois pelo Liverpool e na época passada foi campeão europeu.
Romelu Lukaku (Anderlecht) - No ano seguinte a esta lista teve uma troca sem sucesso para o Chelsea. Rumou ao WBA e depois ao Everton, onde explodiu e saltou para o Manchester United. Nos red devils teve um percurso de altos e baixos e esta época reforçou o Inter Milão.
Lukman Haruna (Monaco) - Do Monaco rumou ao Dinamo Kiev e dali em diante começou a acumular empréstimos antes de deixar os ucranianos para rumar aos lituanos do Palanga.
Federico Macheda (Manchester United) - Pensou-se em Old Trafford que ia ser o craque do futuro, mas os passos seguintes não o confirmaram. Acumulou mais empréstimos do que golos pelos red devils e atua de momento nos gregos do Panathinaikos. Tem apenas 28 anos...
Guido Marilungo (Sampdoria) - Internacional jovem pela Itália, nunca teve um grande registo goleador para confirmar a presença nesta lista...
Marko Marin (Werder Bremen) - Teve o seu grande momento quando se mudou para o Chelsea em 2012, mas depois disso andou de empréstimo em empréstimo antes de se fixar em definitivo primeiro no Olympiacos e depois no Estrela Vermelha.
Emmanuel Mayuka (Young Boys) - Em 2012 rumou a Inglaterra para jogar no Southampton, mas em três anos não conseguiu impor-se e rumou a outras paragens. Joga agora no Green Buffaloes, da Zâmbia.
Thomas Müller (Bayern Munique) - O nome diz tudo. Um goleador com um currículo de fazer inveja.
Iker Muniain (Athletic Bilbao)  - Figura quase lendária do Athletic Bilbao, o avançado ainda só tem 26 anos, mas parece que joga há eternidades...
Marc Muniesa (Barcelona) - Fazia parte de uma geração que prometia muito no Barcelona, mas que não conseguiu confirmar o estatuto. Joga agora no Al-Arabi.
Ezequiel Muñoz (Palermo) - Depois de se mostrar no Boca Juniors, passou cinco anos no Palermo antes de partir para uma passagem também de sucesso no Génova. Atua de momento no Lanus.
Yann M'Vila (Rennes) - Internacional francês por 22 ocasiões, viveu a sua melhor fase precisamente depois da presença nesta lista. Andou pela Rússia, Itália e Inglaterra e na temporada passada voltou a França para jogar no Saint-Étienne.
Tomas Necid (CSKA Moscovo) - Era outra esperança checa para o futuro, tal como Kadlec, mas também não deixou assim uma marca tão forte. Joga agora nos holandeses do ADO Den Haag.
Neymar (Santos) - Apesar de muitos momentos polémicos, é o jogador mais caro da história e (quando quer) brilha em grande.
Sotiris Ninis (Panathinaikos) - Chegou a ser apontado a grandes clubes de topo, mas acabou por reforçar o Parma em 2012. Dali em diante começou um percurso instável que o conduziu aos israelitas do Hapoel Ashkelon na época passada.
Nicolas Nkoulou (Monaco) - Internacional camaronês, viveu os seus melhores anos no Marselha. Joga no Torino.
Javier Pastore (Palermo) - Foi a primeira grande contratação do 'novo' Paris SG e por lá atuou durante sete anos antes de voltar à Serie A para representar a Roma.
Alexandre Pato (Milan) - Tal como Ganso, também se esperava muito mais de Pato. Era visto como o avançado do futuro, mas excetuando o sucesso que teve no Milan a sua carreira acabou por não justificar esse estatuto. Representa o São Paulo.
Miralem Pjanic (Lyon) - Saltou para a Serie A em 2011, para reforçar inicialmente a Roma e depois da Juventus. É colega de Cristiano Ronaldo desde a época passada.
Pablo Piatti (Almería) - Quase 300 jogos disputados na Liga espanhola em dez anos e muitas histórias para contar. Pode não ter atingido um nível elevado, mas a sua carreira pode ser vista como positiva.
Rafael (Manchester United) - Irmão gémeo de Fábio, pensava-se que Rafael poderia ser uma alternativa de futuro para o lado direito da defesa, mas o brasileiro não confirmou. Joga agora no Lyon.
Yaroslav Rakitskiy (Shakhtar) - Titular praticamente indiscutível no Shakhtar Donetsk entre 2009 e 2019, no início deste ano mudou-se para o Zenit, onde mantém a sua fama de defesa 'durão'.
Diego Renan (Cruzeiro) - Tal como muitos outros brasileiros, viveu uma fase de afirmação entre 2009 e 2012, mas depois acabou por se perder. Atua agora na Ponte Preta.
Marco Reus (Mönchengladbach) - Pertencente a uma geração de mega talentos alemã, atua no Borussia Dortmund desde 2012 e por lá ter sido figura.
Emmanuel Riviere (Saint-Etienne) - Conseguiu uma boa soma golos em França (41), mas quando se mudou para Inglaterra perdeu o jeito e desde então apontou apenas oito tentos em cinco temporadas.
Jack Rodwell (Everton) - O Everton procurava uma mega estrela e encontrou em Rodwell esse miúdo para o futuro. O Manchester City confiou nessa previsão e apostou forte, mas o que se seguiu não confirmou essa contratação.
Salomon Rondón (Málaga) - Nome mais forte do futebol venezuelano, onde quer que ande leva consigo o faro goleador. Joga atualmente na China, no Dalian Yifang.
Victor Ruiz (Espanyol) - Uma passagem sem sucesso pelo Nápoles abalou a sua carreira, mas reergueu-se e deixou boas impressões no Valenica e no Villarreal. Atua de momento no Besiktas.
Mamadou Sakho (PSG) - Era figura central na defesa do PSG até que o dinheiro aterrou na capital francês. Perdeu espaço e rumou à Premier League, onde entrou via Liverpool. Deixou os reds em 2017 e é habitual opção no Crystal Palace.
Davide Santon (Inter Milão) - Era visto como um dos defesas para a nova geração, numa linha de sucessão a Paolo Maldini, mas a sua carreira nunca foi ao nível desse estatuto.
Georgi Shchennikov (CSKA Moscovo) - Em 2010 atuava no CSKA Moscovo... e por lá continua.
Xherdan Shaqiri (Basileia) - Notabilizou-se no Basileia e deu o salto para o Bayern Munique, mas nunca se afirmou. Rumou ao Inter Milão (sem deixar marca), passou pelo Stoke City (onde se destacou) e acabou no Liverpool (onde é segunda opção).
Harmeet Singh (Valerenga) - Em 2014 deixou a Escandinávia para rumar ao Feyenoord, mas rapidamente voltou à base. Atua no HJK.
Moussa Sissoko (Toulouse) - Internacional francês, está atualmente vinculado ao Tottenham, onde é um dos jogadores mais acarinhados pelos adeptos.
Robin Soder (Gotemburgo) - Fugiu um pouco à tendência do avançado gigante nórdico, mas nem o facto de ter uma estatura diferente do normal lhe permitiu dar o salto da sua zona de ação natural.
Miroslav Stoch (Fenerbahçe) - Presença regular na seleção eslovaca, passou pelo Chelsea sem sucesso antes de iniciar um périplo por vários clubes europeus e até árabes. Joga agora no  PAOK.
Yannis Tafer (Toulouse) - Mostrou-se nas camadas jovens francesas, mas depois de falhar na afirmação no Lyon andou 'perdido' pela Suíça antes de se mudar para a Tunísia, onde atua no ES Sahel.
Thiago Alcântara (Barcelona) - Era visto como um potencial sucessor de Xavi e Iniesta no Barcelona, mas a mudança para o Bayern Munique à boleia de Pep Guardiola mudou-lhe um pouco os planos. Ainda assim, é um dos elementos mais utilizados nos bávaros.
Lacina Traoré (Cluj) - É gigante na estatura e tem também um currículo similar no que a clubes diz respeito, o que não abana muito a seu favor...
Ricky Van Wolfswinkel (Utrecht) - Viveu no Sporting a melhor fase da sua carreira antes de partir rumo ao Norwich. De Inglaterra saiu sem deixar grande marca, mas acabou por se reencontrar com golos poucos depois. Primeiro no Vitesse e depois no Basileia.
Carlos Vela (Arsenal) - É mais um daqueles casos de um grande jogador... que nunca foi. Enquanto esteve ligado ao Arsenal cumpriu 29 jogos em sete anos e esteve emprestado por cinco vezes. Joga de momento no Los Angeles FC, onde é a principal estrela.
Jelle Vossen (Genk) - Em 2015 deixou a Bélgica para rumar a Inglaterra, mas um ano bastou para perceber que tinha de voltar a casa. É o goleador de serviço do Club Brugge.
Ante Vukusic (Hadjuk Split) - Com 19 anos era visto como uma promessa croata, mas mal saiu do Hajduk Split tudo mudou. Tanto que desde então marcou apenas 23 golos em sete anos.
Theo Walcott (Arsenal) - Pensou-se que tinha tudo para chegar a um ponto de ser uma super estrela, mas apesar dos números interessantes que tem, a sua carreira deixou sempre algo a desejar. Agora até é suplente no Everton.
Vladimir Weiss (Rangers) - O futebol eslovaco nunca teve grandes figuras, mas Weiss terá sido aquele que mais perto esteve disso. O problema foi que a sua passagem pelo Manchester City não deu certo e dali em diante... foi sempre em queda.
Georginio Wijnaldum (Feyenoord) - Figura no Liverpool e campeão europeu do último ano. Um autêntico caso de sucesso.
Jack Wilshere (Arsenal) - Não fosse o seu físico por vezes tramá-lo, Wilshere poderia ter chegado ao topo tanto no Arsenal como na seleção inglesa. Joga de momento no West Ham.
Danny Wilson (Liverpool) - Dois jogos no Liverpool e uma saída em 2013 para se afirmar num plano inferior (e claramente ao seu nível).
Siyanda Xulu (Mamelodi Sundowns) - Como este defesa chegou a esta lista não sabemos bem, mas para amostra temos 30 jogos em três épocas nos russos do Rostov...
Andriy Yarmolenko (Dinamo Kiev) - No West Ham desde o ano passado, fez grande parte da sua carreira no Dinamo Kiev, clube no qual é visto como uma figura histórica.
Sercan Yildirim (Bursaspor) - Uma carreira toda feita no seu país natal... e sem grandes motivos para celebrar.
Dominic Adiyiah (Reggina) - Chegou a estar vinculado ao AC Milan, mas nem chegou a atuar nos milaneses. Atua de momento nos tailandeses do Sisaket.
Toby Alderweireld (Ajax) - Deixou o Ajax em 2013 para rumar ao Atlético Madrid e, em seguida, reforçou o Tottenham. Atua nos spurs desde então, onde é titular indiscutível.
Hamdan Al-Kamali (Al Wahda) - Dez anos depois desta lista, este defesa central ainda atua no mesmo clube à data da divulgação da tabela. Pelo meio chegou a atuar na Europa por empréstimo, mas sem sucesso.
Jano Ananidze (Spartak Moscovo) - Era visto como grande promessa da Geórgia, mas pese embora ter já 43 internacionalizações, nunca atingiu o nível para merecer estar nesta lista.
Andre Ayew (Marselha) - Internacional ganês, atua de momento no Swansea City. Não se pode dizer que tenha tido uma má carreira...
Khouma Babacar (Fiorentina) - À data da lista era visto como uma grande promessa do futebol senegalês, mas dez anos volvidos, e mesmo tendo cumprido alguns anos na Serie A, nunca atingiu um nível de topo.
Holger Badstuber (Bayern Munique) - Um daqueles casos em que as lesões travaram uma carreira que poderia ter sido muito bem sucedida. Atua de momento no Estugarda.
Gareth Bale (Tottenham) - Na altura era a grande referência do Tottenham, o que lhe valeu uma transferência milionária para o Real Madrid. Nos merengues nem depois da saída de Ronaldo conseguiu convencer por completo.
Mario Balotelli (Manchester City) - Tinha tudo para ter dado um craque de topo mundial (são vários os que o dizem), mas a rebeldia foi mais forte. Joga de momento no Brescia.
Ben Sahar (Hapoel Telavive) - Chegou ao Chelsea em 2006 com grandes expectativas, mas apenas fez três jogos nos blues. Andou de empréstimo em empréstimo, de país em país e em 2015 voltou a Israel para jogar no Hapoel Be'er Sheva.
Bojan (Barcelona) - O primeiro grande caso de insucesso. Foi apontado como um possível sucessor de Leo Messi, mas a sua carreira foi tudo menos bem sucedida. Joga de momento na Major League Soccer, no Montreal Impact.
Kim Bo-Kyung (Oita Trinita) - Em 2012 rumou à Europa para reforçar o Cardiff, foi cedido ao Wigan por uma época e em 2015 voltou ao seu país natal. Por lá anda...
Ryad Boudebouz (Sochaux) - Internacional argelino, assinou boas passagens por Sochaux, Bastia e Montpellier, rumou a Espanha e voltou a França este ano.
Dedryck Boyata (Manchester City) - Chegou a ser visto como grande promessa para a defesa dos citizens, mas nada disso foi confirmado. Joga de momento no Hertha Berlim.
Breno (Bayern Munique) - Lesões, problemas psicológicos e até uma ida à prisão. A vida do defesa brasileiro dava um filme... Longe dos grandes palcos, atua agora no Vasco da Gama.
Sergio Canales (Real Madrid) - Em 2010 o Real Madrid depositou em si grandes esperanças quando o contratou ao Racing Santander, mas a aposta foi claramente falhada. Atua de momento no Betis e esta época até já foi chamado à seleção.
Mehdi Carcela-Gonzalez (Standard Liege) - Antigo jogador do Benfica, em 2010 pensava-se que Carcela poderia atingir um bom nível, mas a sua carreira nunca chegou ao patamar que se imaginou.
Luc Castaignos (Feyenoord) - Outro jogador com passagem por Portugal, neste caso pelo Sporting, e tal como Carcela... acabou em flop. Foi visto como uma forte promessa do futebol holandês, chegou a jogar no Inter Milão, mas agora anda 'perdido' no Gyeongnam, da Coreia do Sul.
Diego Contento (Bayern) - A piada é fácil, mas acreditamos que Diego certamente não estará muito 'contento' com a sua carreira. Atuava no Bayern Munique, até tinha boas perspetivas, mas nunca as confirmou. Está ligado ao Fortuna Dusseldorf, mas não joga desde 2018 devido a lesão.
Philippe Coutinho (Inter Milão) - O caso de um jogador que aproveitou as segundas oportunidades (e que depois as desperdiçou). No Inter foi uma desilusão; explodiu no Liverpool; desiludiu no Barcelona; e agora está apostado em brilhar no Bayern Munique...
David De Gea (Atlético Madrid) - Um dos melhores guarda-redes do Mundo. Tudo dito.
Alvaro Domínguez (Atlético Madrid) - Já retirado do futebol devido a uma lesão nas costas, foi internacional espanhol e notabilizou-se no Atlético Madrid, equipa na qual conquistou a Liga Europa em 2010 e 2012.
Giovanni dos Santos (Tottenham) - Mais um daqueles casos de promessa totalmente falhada. No Barcelona, tal como Bojan, foi visto como uma super promessa, mas o melhor que fez na carreira foi impor-se como figura no LA Galaxy. Joga agora no America, do México.
Douglas Costa (Shakhtar Donetsk) - Tal como muitos brasileiros, entrou na Europa pela Ucrânia e lá se mostrou antes de dar o salto para o topo. Chegou ao Bayern Munique e deixou boa marca, antes de se mudar para a Juventus.
Alan Dzagoev (CSKA Moscovo) - Figura do CSKA Moscovo praticamente desde que se estreou acumula mais de 250 jogos na última década. Ainda assim, pensava-se que iria atingir outros palcos...
Gueida Fofana (Le Havre) - Internacional em praticamente todos os escalões de formação franceses, falhou na subida a sénior e acabou por terminar a carreira em 2017.
Ganso (Santos) - A par de Neymar, formava uma dupla temível no Santos, mas ao contrário do avançado do Paris SG a sua carreira nunca chegou (nem perto) do que se esperava.
Giuliano (Internacional) - Tal como outros brasileiros, entrou na Europa pela Ucrânia (para jogar no Dnipro), mas não teve tanto sucesso como os compatriotas. Atua de momento no Al Nassr e, mesmo com uma carrera de altos e baixos, soma dez internacionalizações pelo Brasil.
Maxime Gonalons (Lyon) - Chegou a ser uma das 'next big things' do Lyon e de lá saiu em 2017 para reforçar a Roma. Não convenceu e cumpre de momento o segundo empréstimo (no Granada), depois de ter estado no Sevilha.
Mario Götze (Dortmund) - O currículo quanto a troféus diz muito (campeão do Mundo, cinco vezes campeão alemão, entre outros), mas fica sempre a sensação que poderia ter sido ainda mais jogador...
Antoine Griezmann (Real Sociedad) - Na altura brilhava nos bascos, de onde saiu para o Atlético Madrid e posteriormente para o Barcelona. Deu certo, claramente!
Eden Hazard (Lille) - Do Lille saltou para o Chelsea, onde foi figura durante largos anos. Esta época mudou-se para o Real Madrid e... ainda não convenceu.
Jordan Henderson (Sunderland) - Com vinte anos levou o Liverpool a gastar mais de 20 milhões de euros na sua contratação, num movimento que muitos questionaram. Oito anos depois, é titular nos reds e na seleção inglesa...
Markus Henriksen (Rosenborg) - Internacional norueguês, este médio tinha 17 anos quando entrou nesta lista e até assinou uma carreira interessante. Joga de momento no Hull City.
Abel Hernández (Palermo) - Tinha acabado de se mudar para a Europa depois de deixar os responsáveis do Palermo impressionados. Atuou nos italianos por cinco anos, foi titular em grande parte dessa passagem, mas não chegou ao nível esperado. Joga de momento no Al Ahli.
Ander Herrera (Saragoça) - Explodiu um ano depois no Athletic Bilbao e rumou ao Manchester United, numa passagem por Inglaterra com vários altos e baixos. Joga no PSG.
Lewis Holtby (Mainz) - Olhando para aquilo que se gerou nesta altura, esperava-se bem mais deste médio, que mesmo assim chegou à Premier League para representar o Tottenham. De momento está em Inglaterra, mas no Blackburn Rovers.
James Rodríguez (FC Porto) - Tinha acabado de chegar aos dragões vindo do Banfield e preparava-se para assinar três temporadas de sonho nos portistas, com três títulos nacionais e uma Liga Europa. Saiu para o Monaco, rumou ao Real Madrid e acabou depois cedido ao Bayern Munique. A classe e o talento estão lá, mas a carreira não deu no que se esperava... pelo menos por completo.
Stevan Jovetic (Fiorentina) - Com 20 anos era visto como uma das maiores promessas da Europa de Leste e até chegou ao Manchester City, mas as lesões e alguma inconsistência não lhe permitiram deixar uma grande marca. Joga de momento no Monaco, isto depois de passagens sem sucesso por Inter Milão e Sevilha.
Vaclav Kadlec (Sparta Praga) - Desejosos por ter uma figura de topo, os checos viam neste avançado uma das suas grandes esperanças, mas analisadas as coisas... não deu grande resultado.
Shinji Kagawa (Dortmund) - Será provavelmente o jogador japonês de maior sucesso do passado recente. Foi figura no Borussia Dortmund, ao ser determinante em dois títulos nacionais. Atuou ainda no Manchester United (sem grande sucesso) e agora representa o Saragoça.
Gael Kakuta (Chelsea) - No Chelsea dizia-se que ia ser a próxima estrela, mas nos seis anos de blues conseguiu a incrível média de um jogo por temporada. Cumpriu também seis empréstimos e acabou por iniciar uma viagem pela Europa (com uma passagem pela China). Joga agora no Amiens.
Alan Kardec (Benfica) - Tinha acabado de chegar ao Benfica pela mão de Jorge Jesus, mas os quatro anos de encarnados não deixaram saudades. Voltou ao Brasil e agora representa com sucesso os chineses do Chongqing Dangdai Lifan.
Simon Kjaer (Wolfsburgo) - Figura de proa da seleção dinamarquesa, possui um currículo com algumas passagens bem sucedidas por vários clubes do Big Five europeu.
Maksym Koval (Dinamo Kiev) - Em nove anos de Dinamo Kiev jogou em pouco mais de cem partidas, tendo pelo meio cumprido quatro empréstimos. Joga agora nos sauditas do Al-Fateh.
Ismail Koybasi (Besiktas) - Internacional turco por 23 ocasiões, provocou uma 'tempestade' na Turquia quando em 2016 trocou o Besiktas pelo Fenerbahçe. Atua de momento no Granada.
Toni Kroos (Bayern Munique) - Mesmo que por vezes passe despercebido, continua a ser um dos melhores médios do mundo...
Manuel Lanzini (River Plate) - Chegou a pensar-se que se tinha perdido quando rumou ao Al Jazira, mas acabou 'salvo' pelo West Ham, clube no qual tem deixado boas indicações.
Adem Ljajic (Fiorentina) - Internacional sérvio, atuou na Roma, no Inter e no Torino, antes de no ano passado se juntar ao Besiktas.
Dejan Lovren (Lyon) - Do Lyon saiu em 2013/14 para rumar ao Southampton, equipa onde durou apenas uma época. Assinou depois pelo Liverpool e na época passada foi campeão europeu.
Romelu Lukaku (Anderlecht) - No ano seguinte a esta lista teve uma troca sem sucesso para o Chelsea. Rumou ao WBA e depois ao Everton, onde explodiu e saltou para o Manchester United. Nos red devils teve um percurso de altos e baixos e esta época reforçou o Inter Milão.
Lukman Haruna (Monaco) - Do Monaco rumou ao Dinamo Kiev e dali em diante começou a acumular empréstimos antes de deixar os ucranianos para rumar aos lituanos do Palanga.
Federico Macheda (Manchester United) - Pensou-se em Old Trafford que ia ser o craque do futuro, mas os passos seguintes não o confirmaram. Acumulou mais empréstimos do que golos pelos red devils e atua de momento nos gregos do Panathinaikos. Tem apenas 28 anos...
Guido Marilungo (Sampdoria) - Internacional jovem pela Itália, nunca teve um grande registo goleador para confirmar a presença nesta lista...
Marko Marin (Werder Bremen) - Teve o seu grande momento quando se mudou para o Chelsea em 2012, mas depois disso andou de empréstimo em empréstimo antes de se fixar em definitivo primeiro no Olympiacos e depois no Estrela Vermelha.
Emmanuel Mayuka (Young Boys) - Em 2012 rumou a Inglaterra para jogar no Southampton, mas em três anos não conseguiu impor-se e rumou a outras paragens. Joga agora no Green Buffaloes, da Zâmbia.
Thomas Müller (Bayern Munique) - O nome diz tudo. Um goleador com um currículo de fazer inveja.
Iker Muniain (Athletic Bilbao)  - Figura quase lendária do Athletic Bilbao, o avançado ainda só tem 26 anos, mas parece que joga há eternidades...
Marc Muniesa (Barcelona) - Fazia parte de uma geração que prometia muito no Barcelona, mas que não conseguiu confirmar o estatuto. Joga agora no Al-Arabi.
Ezequiel Muñoz (Palermo) - Depois de se mostrar no Boca Juniors, passou cinco anos no Palermo antes de partir para uma passagem também de sucesso no Génova. Atua de momento no Lanus.
Yann M'Vila (Rennes) - Internacional francês por 22 ocasiões, viveu a sua melhor fase precisamente depois da presença nesta lista. Andou pela Rússia, Itália e Inglaterra e na temporada passada voltou a França para jogar no Saint-Étienne.
Tomas Necid (CSKA Moscovo) - Era outra esperança checa para o futuro, tal como Kadlec, mas também não deixou assim uma marca tão forte. Joga agora nos holandeses do ADO Den Haag.
Neymar (Santos) - Apesar de muitos momentos polémicos, é o jogador mais caro da história e (quando quer) brilha em grande.
Sotiris Ninis (Panathinaikos) - Chegou a ser apontado a grandes clubes de topo, mas acabou por reforçar o Parma em 2012. Dali em diante começou um percurso instável que o conduziu aos israelitas do Hapoel Ashkelon na época passada.
Nicolas Nkoulou (Monaco) - Internacional camaronês, viveu os seus melhores anos no Marselha. Joga no Torino.
Javier Pastore (Palermo) - Foi a primeira grande contratação do 'novo' Paris SG e por lá atuou durante sete anos antes de voltar à Serie A para representar a Roma.
Alexandre Pato (Milan) - Tal como Ganso, também se esperava muito mais de Pato. Era visto como o avançado do futuro, mas excetuando o sucesso que teve no Milan a sua carreira acabou por não justificar esse estatuto. Representa o São Paulo.
Miralem Pjanic (Lyon) - Saltou para a Serie A em 2011, para reforçar inicialmente a Roma e depois da Juventus. É colega de Cristiano Ronaldo desde a época passada.
Pablo Piatti (Almería) - Quase 300 jogos disputados na Liga espanhola em dez anos e muitas histórias para contar. Pode não ter atingido um nível elevado, mas a sua carreira pode ser vista como positiva.
Rafael (Manchester United) - Irmão gémeo de Fábio, pensava-se que Rafael poderia ser uma alternativa de futuro para o lado direito da defesa, mas o brasileiro não confirmou. Joga agora no Lyon.
Yaroslav Rakitskiy (Shakhtar) - Titular praticamente indiscutível no Shakhtar Donetsk entre 2009 e 2019, no início deste ano mudou-se para o Zenit, onde mantém a sua fama de defesa 'durão'.
Diego Renan (Cruzeiro) - Tal como muitos outros brasileiros, viveu uma fase de afirmação entre 2009 e 2012, mas depois acabou por se perder. Atua agora na Ponte Preta.
Marco Reus (Mönchengladbach) - Pertencente a uma geração de mega talentos alemã, atua no Borussia Dortmund desde 2012 e por lá ter sido figura.
Emmanuel Riviere (Saint-Etienne) - Conseguiu uma boa soma golos em França (41), mas quando se mudou para Inglaterra perdeu o jeito e desde então apontou apenas oito tentos em cinco temporadas.
Jack Rodwell (Everton) - O Everton procurava uma mega estrela e encontrou em Rodwell esse miúdo para o futuro. O Manchester City confiou nessa previsão e apostou forte, mas o que se seguiu não confirmou essa contratação.
Salomon Rondón (Málaga) - Nome mais forte do futebol venezuelano, onde quer que ande leva consigo o faro goleador. Joga atualmente na China, no Dalian Yifang.
Victor Ruiz (Espanyol) - Uma passagem sem sucesso pelo Nápoles abalou a sua carreira, mas reergueu-se e deixou boas impressões no Valenica e no Villarreal. Atua de momento no Besiktas.
Mamadou Sakho (PSG) - Era figura central na defesa do PSG até que o dinheiro aterrou na capital francês. Perdeu espaço e rumou à Premier League, onde entrou via Liverpool. Deixou os reds em 2017 e é habitual opção no Crystal Palace.
Davide Santon (Inter Milão) - Era visto como um dos defesas para a nova geração, numa linha de sucessão a Paolo Maldini, mas a sua carreira nunca foi ao nível desse estatuto.
Georgi Shchennikov (CSKA Moscovo) - Em 2010 atuava no CSKA Moscovo... e por lá continua.
Xherdan Shaqiri (Basileia) - Notabilizou-se no Basileia e deu o salto para o Bayern Munique, mas nunca se afirmou. Rumou ao Inter Milão (sem deixar marca), passou pelo Stoke City (onde se destacou) e acabou no Liverpool (onde é segunda opção).
Harmeet Singh (Valerenga) - Em 2014 deixou a Escandinávia para rumar ao Feyenoord, mas rapidamente voltou à base. Atua no HJK.
Moussa Sissoko (Toulouse) - Internacional francês, está atualmente vinculado ao Tottenham, onde é um dos jogadores mais acarinhados pelos adeptos.
Robin Soder (Gotemburgo) - Fugiu um pouco à tendência do avançado gigante nórdico, mas nem o facto de ter uma estatura diferente do normal lhe permitiu dar o salto da sua zona de ação natural.
Miroslav Stoch (Fenerbahçe) - Presença regular na seleção eslovaca, passou pelo Chelsea sem sucesso antes de iniciar um périplo por vários clubes europeus e até árabes. Joga agora no  PAOK.
Yannis Tafer (Toulouse) - Mostrou-se nas camadas jovens francesas, mas depois de falhar na afirmação no Lyon andou 'perdido' pela Suíça antes de se mudar para a Tunísia, onde atua no ES Sahel.
Thiago Alcântara (Barcelona) - Era visto como um potencial sucessor de Xavi e Iniesta no Barcelona, mas a mudança para o Bayern Munique à boleia de Pep Guardiola mudou-lhe um pouco os planos. Ainda assim, é um dos elementos mais utilizados nos bávaros.
Lacina Traoré (Cluj) - É gigante na estatura e tem também um currículo similar no que a clubes diz respeito, o que não abana muito a seu favor...
Ricky Van Wolfswinkel (Utrecht) - Viveu no Sporting a melhor fase da sua carreira antes de partir rumo ao Norwich. De Inglaterra saiu sem deixar grande marca, mas acabou por se reencontrar com golos poucos depois. Primeiro no Vitesse e depois no Basileia.
Carlos Vela (Arsenal) - É mais um daqueles casos de um grande jogador... que nunca foi. Enquanto esteve ligado ao Arsenal cumpriu 29 jogos em sete anos e esteve emprestado por cinco vezes. Joga de momento no Los Angeles FC, onde é a principal estrela.
Jelle Vossen (Genk) - Em 2015 deixou a Bélgica para rumar a Inglaterra, mas um ano bastou para perceber que tinha de voltar a casa. É o goleador de serviço do Club Brugge.
Ante Vukusic (Hadjuk Split) - Com 19 anos era visto como uma promessa croata, mas mal saiu do Hajduk Split tudo mudou. Tanto que desde então marcou apenas 23 golos em sete anos.
Theo Walcott (Arsenal) - Pensou-se que tinha tudo para chegar a um ponto de ser uma super estrela, mas apesar dos números interessantes que tem, a sua carreira deixou sempre algo a desejar. Agora até é suplente no Everton.
Vladimir Weiss (Rangers) - O futebol eslovaco nunca teve grandes figuras, mas Weiss terá sido aquele que mais perto esteve disso. O problema foi que a sua passagem pelo Manchester City não deu certo e dali em diante... foi sempre em queda.
Georginio Wijnaldum (Feyenoord) - Figura no Liverpool e campeão europeu do último ano. Um autêntico caso de sucesso.
Jack Wilshere (Arsenal) - Não fosse o seu físico por vezes tramá-lo, Wilshere poderia ter chegado ao topo tanto no Arsenal como na seleção inglesa. Joga de momento no West Ham.
Danny Wilson (Liverpool) - Dois jogos no Liverpool e uma saída em 2013 para se afirmar num plano inferior (e claramente ao seu nível).
Siyanda Xulu (Mamelodi Sundowns) - Como este defesa chegou a esta lista não sabemos bem, mas para amostra temos 30 jogos em três épocas nos russos do Rostov...
Andriy Yarmolenko (Dinamo Kiev) - No West Ham desde o ano passado, fez grande parte da sua carreira no Dinamo Kiev, clube no qual é visto como uma figura histórica.
Sercan Yildirim (Bursaspor) - Uma carreira toda feita no seu país natal... e sem grandes motivos para celebrar.
Em 2010, estes 100 jogadores foram apontados pela já extinta revista 'Don Balón' como jogadores mais promissores do Mundo. Agora fazemos o balanço e naa realidade uns deram em grandes craques... outros acabaram em enormes flops.
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