O que foi feito dos craques mais prometedores em 2000? Dois fizeram história em Portugal

50 - Fabio Gatti, Perugia: O jogador italiano não conseguiu mais que uma carreira nas divisões inferiores de Itália
49 - Alessandro Gamberini, Bolonha: O defesa passou toda a carreira em Itália e jogou durante 7 épocas na Fiorentina. Terminou no Chievo.
48 - Johan Elmander, Örgryte: O avançado é da mesma geração sueca de Ibrahimovic. Teve uma carreira sólida na Europa, com passagens por Bolton, Toulouse, Galatasaray, Feyenoord, entre outros. Voltou ao Örgryte, onde se formou, e por lá terminou a carreira.
47 - Danielle De Rossi, Roma: Dispensa apresentações. Uma carreira inteira dedicada à AS Roma e 117 internacionalizações pela Itália fazem dele uma lenda.
46 - Maicon, Cruzeiro: Tem uma carreira invejável. Esteve seis épocas no Inter Milão e foi considerado o melhor defesa direito do Mundo. Joga ainda no Criciúma.
45 - Andreas Hinkel, Estugarda: Teve uma carreira sólida, com passagens por Sevilha, onde ganhou a Taça UEFA, Celtic e Estugarda, onde foi formado. Reformou-se ainda antes dos 30 anos, em 2012
44 - Milan Baros, Baník Ostrava: O avançado checo foi essencial na conquista da Liga dos Campeões pelo Liverpool, em 2005. Ainda jogou nesta última temporada no Banik Ostrava.
43 - Christian Maggio, Vicenza: Passou por Fiorentina e Sampdoria até chegar ao Nápoles, onde foi capitão de equipa. Está agora no Benevento.
42 - Kim Kallstrom, Hacken: O sueco tinha muita qualidade, mas era pouco regular. Passou por Lyon, Rennes e Arsenal, mas nunca chegou a fora de série.
41 - Cristian Zaccardo, Bolonha: Esteve sólido no Parma e Palermo, teve uma passagem fraca pelo Wolfsburgo e esteve no Milan, onde pouco jogou. Na última temporada jogou em São Marino.
40 - Landon Donovan, Bayer Leverkusen: Nunca foi extraordinário na Europa, mas chegou a herói nos Estados Unidos, onde é o melhor jogador da história.
39 - El Hadji Diouf, Rennes: O senegalês passou grande parte da carreira em Inglaterra, onde teve passagens sólidas por Liverpool, Bolton e Leeds. Terminou a carreira na Malásia.
38 - Julius Aghahowa, Shakhtar Donetsk: Passou completamente ao lado de uma boa carreira. Jogou pouco na Ucrânia, e a única boa estadia num clube foi no Kayserispor da Turquia, onde apenas ficou uma temporada.
37 - Joaquín, Bétis: Parecia que ia ser dono do Mundo quando começou a jogar no Bétis, mas não chegou às expetativas. Conseguiu uma boa carreira, mas longe de ser inesquecível.
36 - Julio Baptista, São Paulo: Podia ter sido enorme, mas não foi capaz. 'La Bestia' passou por Sevilla, Real Madrid e Arsenal em quatro temporadas, mas depois 'perdeu-se'.
35 - Mikel Arteta, Barcelona: Não chegou a ser um dos melhores, mas conseguiu ser herói no Everton. Depois de oito épocas nos toffees, passou para o Arsenal, onde também foi sólido.
34 - Fernando Cavenaghi, River Plate: Podia ter sido muito mais do que foi. Teve um começo excelente de carreira, com 55 golos em 90 jogos pelo River Plate e protagonizou duas excelentes épocas no Bordéus, mas depois de sair de França pouco jogou e não voltou a ser o mesmo até regressar à Argentina. Terminou no Chipre.
33- Steven Pienaar, Ajax Cape Town: Foi um dos melhores jogadores da história da África do Sul, com passagens por Everton e Ajax da Holanda.
32 - Xabi Alonso, Real Sociedad: foi um dos melhores médios dos últimos largos anos e foi sempre gigante em todos os clubes por onde passou.
31 - Jermain Defoe, West Ham: Um goleador nato desde sempre. Continua a marcar aos 36 anos e assim deve continuar até à sua retirada.
30 - Emanuele Calaiò, Torino: Demonstrou os seus instintos de goleador no Pescara, Nápoles, Siena e Parma. Nunca conseguiu outros voos e nunca foi internacional pelo seu país.
29 - Roberto Guana, Brescia: Não passou de um bom médio para equipas do meio da tabela do campeonato italiano.
28 - Asier Del Horno, Athletic: Teve um excelente início de carreira e chegou ao Chelsea... E ficou-se por aí.
27 - Michael Carrick, West Ham: Foi dono e senhor do meio-campo do Manchester United, onde ainda os adeptos chamam por ele.
26 - Pepe Reina, Barcelona: Foi campeão da Europa e do Mundo e tem mais de 700 jogos.
25 - Gaetano D’Agostino, Roma: O topo da sua carreira foi atingido em quatro temporadas na Udinese, de 2006 a 2010.
24 - David Aganzo, Real Madrid: Ganhou uma Liga dos Campeões no começo da carreira e a partir daí raramente passou por clubes da La Liga.
23 - Francis Jeffers, Everton: O seu ponto alto foi a época 2002/03 no Arsenal. Foi inconstante durante quase toda a sua carreira, nunca sendo titular de caras na Premier League.
22 - Philippe Mexès, Auxerre: Foi sempre cumpridor. Numa carreira sólida, passou por Auxerre, Roma e Milan.
21 - Kaká, São Paulo: Ganhou a Bola de Ouro em 2007 e tinha o mundo aos seus pés. A decisão de ir para o Real Madrid acabou por não ser a melhor e o brasileiro passou cada vez mais ao lado dos holofotes, até terminar a carreira nos EUA.
20 - Fabricio Coloccini, Milan: Cumpriu sempre em todos os clubes por onde passou, com destaque para o Newcastle, onde jogou durante quase oito temporadas.
19 - Massimo Donati, Atalanta: Passou quase toda a sua carreira em clubes menores de Itália, com exceção de uma temporada no Milan. O campeonato escocês, ganho ao serviço do Celtic, é o seu único título.
18 - Samuele Dalla Bona, Chelsea: Fez duas boas temporadas pelos blues. Ainda passou pelo Milan e teve duas boas épocas no Lecce e Sampdoria. Depois disso, desapareceu.
17 - Owen Hargreaves, Bayern Munique: De mais passou para menos e de menos passou para nada. A quantidade de problemas nos joelhos também não ajudou a que o inglês atingisse o estrelato.
16 - Daniele Bonera, Brescia: No começo da carreira prometia muito e chegou mesmo ao Milan, onde ganhou a Liga dos Campeões. No entanto, em Milão foi apenas jogando de vez em quando, acabando por ingressar no Villarreal.
15 - Alberto Gilardino, Piacenza: Foi um dos melhores avançados italianos do século XXI, com mais de 200 golos marcados.
14 - Pinga, Torino: Quem?
13 - Andrés D’Alessandro, River Plate: Tinha qualidade de sobra, faltou a regularidade. Ainda joga no Internacional.
12 - Djibril Cissé, Auxerre: Cumpridor. Teve um final de carreira que não espelhou toda a qualidade que mostrou no seu auge.
11 - Roque Santa Cruz, Bayern Munique: Acabou por ser curto para as grandes equipas, mas cumpriu sempre em clubes médios. Ainda joga no Paraguai.
10 - Johnnier Montaño, Parma: Em quatro anos na Europa não fez pouco mais de 30 jogos. Passou grande parte da sua carreira no Peru e muito longe do topo.
9 - Vicente, Valencia: Se não fossem as lesões, podia ser muito mais.
8 - Samuel Eto'o, Real Madrid: Tornou-se num dos melhores avançados da última década no Barcelona. É pena estar longe dos holofotes no final da carreira.
7 - Adriano, Flamengo: Se tivesse cabeça, teria sido um dos melhores de sempre, mas acabou por passar ao lado de uma grande carreira.
6 - Joe Cole, West Ham: A eterna promessa inglesa.
5 - Rafael Van der Vaart, Ajax: Muita qualidade, mas nunca conseguiu singrar nos grandes.
4 - Zlatan Ibrahimovic, Malmö: Lenda. Deus Zlatan desde sempre. Não falhou em nenhum clube por onde passou.
3 - Iker Casillas, Real Madrid: Lenda nos merengues, fez depois quatro épocas em grande nível no FC Porto, mas um enfarte do miocárdio deve terminar-lhe a carreira.
2 - Antonio Cassano, Bari: Foi grande, mas nem de perto, nem de longe o que poderia ter sido. Quando a cabeça não tem juízo...
1 - Javier Saviola, River Plate: 'El Conejo' podia ter sido tudo, mas as lesões e a falta de oportunidades depois da saída do Barcelona levou-o a ser 'só' um bom avançado. Ainda se revitalizou na Luz, mas não por muito tempo.
50 - Fabio Gatti, Perugia: O jogador italiano não conseguiu mais que uma carreira nas divisões inferiores de Itália
49 - Alessandro Gamberini, Bolonha: O defesa passou toda a carreira em Itália e jogou durante 7 épocas na Fiorentina. Terminou no Chievo.
48 - Johan Elmander, Örgryte: O avançado é da mesma geração sueca de Ibrahimovic. Teve uma carreira sólida na Europa, com passagens por Bolton, Toulouse, Galatasaray, Feyenoord, entre outros. Voltou ao Örgryte, onde se formou, e por lá terminou a carreira.
47 - Danielle De Rossi, Roma: Dispensa apresentações. Uma carreira inteira dedicada à AS Roma e 117 internacionalizações pela Itália fazem dele uma lenda.
46 - Maicon, Cruzeiro: Tem uma carreira invejável. Esteve seis épocas no Inter Milão e foi considerado o melhor defesa direito do Mundo. Joga ainda no Criciúma.
45 - Andreas Hinkel, Estugarda: Teve uma carreira sólida, com passagens por Sevilha, onde ganhou a Taça UEFA, Celtic e Estugarda, onde foi formado. Reformou-se ainda antes dos 30 anos, em 2012
44 - Milan Baros, Baník Ostrava: O avançado checo foi essencial na conquista da Liga dos Campeões pelo Liverpool, em 2005. Ainda jogou nesta última temporada no Banik Ostrava.
43 - Christian Maggio, Vicenza: Passou por Fiorentina e Sampdoria até chegar ao Nápoles, onde foi capitão de equipa. Está agora no Benevento.
42 - Kim Kallstrom, Hacken: O sueco tinha muita qualidade, mas era pouco regular. Passou por Lyon, Rennes e Arsenal, mas nunca chegou a fora de série.
41 - Cristian Zaccardo, Bolonha: Esteve sólido no Parma e Palermo, teve uma passagem fraca pelo Wolfsburgo e esteve no Milan, onde pouco jogou. Na última temporada jogou em São Marino.
40 - Landon Donovan, Bayer Leverkusen: Nunca foi extraordinário na Europa, mas chegou a herói nos Estados Unidos, onde é o melhor jogador da história.
39 - El Hadji Diouf, Rennes: O senegalês passou grande parte da carreira em Inglaterra, onde teve passagens sólidas por Liverpool, Bolton e Leeds. Terminou a carreira na Malásia.
38 - Julius Aghahowa, Shakhtar Donetsk: Passou completamente ao lado de uma boa carreira. Jogou pouco na Ucrânia, e a única boa estadia num clube foi no Kayserispor da Turquia, onde apenas ficou uma temporada.
37 - Joaquín, Bétis: Parecia que ia ser dono do Mundo quando começou a jogar no Bétis, mas não chegou às expetativas. Conseguiu uma boa carreira, mas longe de ser inesquecível.
36 - Julio Baptista, São Paulo: Podia ter sido enorme, mas não foi capaz. 'La Bestia' passou por Sevilla, Real Madrid e Arsenal em quatro temporadas, mas depois 'perdeu-se'.
35 - Mikel Arteta, Barcelona: Não chegou a ser um dos melhores, mas conseguiu ser herói no Everton. Depois de oito épocas nos toffees, passou para o Arsenal, onde também foi sólido.
34 - Fernando Cavenaghi, River Plate: Podia ter sido muito mais do que foi. Teve um começo excelente de carreira, com 55 golos em 90 jogos pelo River Plate e protagonizou duas excelentes épocas no Bordéus, mas depois de sair de França pouco jogou e não voltou a ser o mesmo até regressar à Argentina. Terminou no Chipre.
33- Steven Pienaar, Ajax Cape Town: Foi um dos melhores jogadores da história da África do Sul, com passagens por Everton e Ajax da Holanda.
32 - Xabi Alonso, Real Sociedad: foi um dos melhores médios dos últimos largos anos e foi sempre gigante em todos os clubes por onde passou.
31 - Jermain Defoe, West Ham: Um goleador nato desde sempre. Continua a marcar aos 36 anos e assim deve continuar até à sua retirada.
30 - Emanuele Calaiò, Torino: Demonstrou os seus instintos de goleador no Pescara, Nápoles, Siena e Parma. Nunca conseguiu outros voos e nunca foi internacional pelo seu país.
29 - Roberto Guana, Brescia: Não passou de um bom médio para equipas do meio da tabela do campeonato italiano.
28 - Asier Del Horno, Athletic: Teve um excelente início de carreira e chegou ao Chelsea... E ficou-se por aí.
27 - Michael Carrick, West Ham: Foi dono e senhor do meio-campo do Manchester United, onde ainda os adeptos chamam por ele.
26 - Pepe Reina, Barcelona: Foi campeão da Europa e do Mundo e tem mais de 700 jogos.
25 - Gaetano D’Agostino, Roma: O topo da sua carreira foi atingido em quatro temporadas na Udinese, de 2006 a 2010.
24 - David Aganzo, Real Madrid: Ganhou uma Liga dos Campeões no começo da carreira e a partir daí raramente passou por clubes da La Liga.
23 - Francis Jeffers, Everton: O seu ponto alto foi a época 2002/03 no Arsenal. Foi inconstante durante quase toda a sua carreira, nunca sendo titular de caras na Premier League.
22 - Philippe Mexès, Auxerre: Foi sempre cumpridor. Numa carreira sólida, passou por Auxerre, Roma e Milan.
21 - Kaká, São Paulo: Ganhou a Bola de Ouro em 2007 e tinha o mundo aos seus pés. A decisão de ir para o Real Madrid acabou por não ser a melhor e o brasileiro passou cada vez mais ao lado dos holofotes, até terminar a carreira nos EUA.
20 - Fabricio Coloccini, Milan: Cumpriu sempre em todos os clubes por onde passou, com destaque para o Newcastle, onde jogou durante quase oito temporadas.
19 - Massimo Donati, Atalanta: Passou quase toda a sua carreira em clubes menores de Itália, com exceção de uma temporada no Milan. O campeonato escocês, ganho ao serviço do Celtic, é o seu único título.
18 - Samuele Dalla Bona, Chelsea: Fez duas boas temporadas pelos blues. Ainda passou pelo Milan e teve duas boas épocas no Lecce e Sampdoria. Depois disso, desapareceu.
17 - Owen Hargreaves, Bayern Munique: De mais passou para menos e de menos passou para nada. A quantidade de problemas nos joelhos também não ajudou a que o inglês atingisse o estrelato.
16 - Daniele Bonera, Brescia: No começo da carreira prometia muito e chegou mesmo ao Milan, onde ganhou a Liga dos Campeões. No entanto, em Milão foi apenas jogando de vez em quando, acabando por ingressar no Villarreal.
15 - Alberto Gilardino, Piacenza: Foi um dos melhores avançados italianos do século XXI, com mais de 200 golos marcados.
14 - Pinga, Torino: Quem?
13 - Andrés D’Alessandro, River Plate: Tinha qualidade de sobra, faltou a regularidade. Ainda joga no Internacional.
12 - Djibril Cissé, Auxerre: Cumpridor. Teve um final de carreira que não espelhou toda a qualidade que mostrou no seu auge.
11 - Roque Santa Cruz, Bayern Munique: Acabou por ser curto para as grandes equipas, mas cumpriu sempre em clubes médios. Ainda joga no Paraguai.
10 - Johnnier Montaño, Parma: Em quatro anos na Europa não fez pouco mais de 30 jogos. Passou grande parte da sua carreira no Peru e muito longe do topo.
9 - Vicente, Valencia: Se não fossem as lesões, podia ser muito mais.
8 - Samuel Eto'o, Real Madrid: Tornou-se num dos melhores avançados da última década no Barcelona. É pena estar longe dos holofotes no final da carreira.
7 - Adriano, Flamengo: Se tivesse cabeça, teria sido um dos melhores de sempre, mas acabou por passar ao lado de uma grande carreira.
6 - Joe Cole, West Ham: A eterna promessa inglesa.
5 - Rafael Van der Vaart, Ajax: Muita qualidade, mas nunca conseguiu singrar nos grandes.
4 - Zlatan Ibrahimovic, Malmö: Lenda. Deus Zlatan desde sempre. Não falhou em nenhum clube por onde passou.
3 - Iker Casillas, Real Madrid: Lenda nos merengues, fez depois quatro épocas em grande nível no FC Porto, mas um enfarte do miocárdio deve terminar-lhe a carreira.
2 - Antonio Cassano, Bari: Foi grande, mas nem de perto, nem de longe o que poderia ter sido. Quando a cabeça não tem juízo...
1 - Javier Saviola, River Plate: 'El Conejo' podia ter sido tudo, mas as lesões e a falta de oportunidades depois da saída do Barcelona levou-o a ser 'só' um bom avançado. Ainda se revitalizou na Luz, mas não por muito tempo.
50 - Fabio Gatti, Perugia: O jogador italiano não conseguiu mais que uma carreira nas divisões inferiores de Itália
49 - Alessandro Gamberini, Bolonha: O defesa passou toda a carreira em Itália e jogou durante 7 épocas na Fiorentina. Terminou no Chievo.
48 - Johan Elmander, Örgryte: O avançado é da mesma geração sueca de Ibrahimovic. Teve uma carreira sólida na Europa, com passagens por Bolton, Toulouse, Galatasaray, Feyenoord, entre outros. Voltou ao Örgryte, onde se formou, e por lá terminou a carreira.
47 - Danielle De Rossi, Roma: Dispensa apresentações. Uma carreira inteira dedicada à AS Roma e 117 internacionalizações pela Itália fazem dele uma lenda.
46 - Maicon, Cruzeiro: Tem uma carreira invejável. Esteve seis épocas no Inter Milão e foi considerado o melhor defesa direito do Mundo. Joga ainda no Criciúma.
45 - Andreas Hinkel, Estugarda: Teve uma carreira sólida, com passagens por Sevilha, onde ganhou a Taça UEFA, Celtic e Estugarda, onde foi formado. Reformou-se ainda antes dos 30 anos, em 2012
44 - Milan Baros, Baník Ostrava: O avançado checo foi essencial na conquista da Liga dos Campeões pelo Liverpool, em 2005. Ainda jogou nesta última temporada no Banik Ostrava.
43 - Christian Maggio, Vicenza: Passou por Fiorentina e Sampdoria até chegar ao Nápoles, onde foi capitão de equipa. Está agora no Benevento.
42 - Kim Kallstrom, Hacken: O sueco tinha muita qualidade, mas era pouco regular. Passou por Lyon, Rennes e Arsenal, mas nunca chegou a fora de série.
41 - Cristian Zaccardo, Bolonha: Esteve sólido no Parma e Palermo, teve uma passagem fraca pelo Wolfsburgo e esteve no Milan, onde pouco jogou. Na última temporada jogou em São Marino.
40 - Landon Donovan, Bayer Leverkusen: Nunca foi extraordinário na Europa, mas chegou a herói nos Estados Unidos, onde é o melhor jogador da história.
39 - El Hadji Diouf, Rennes: O senegalês passou grande parte da carreira em Inglaterra, onde teve passagens sólidas por Liverpool, Bolton e Leeds. Terminou a carreira na Malásia.
38 - Julius Aghahowa, Shakhtar Donetsk: Passou completamente ao lado de uma boa carreira. Jogou pouco na Ucrânia, e a única boa estadia num clube foi no Kayserispor da Turquia, onde apenas ficou uma temporada.
37 - Joaquín, Bétis: Parecia que ia ser dono do Mundo quando começou a jogar no Bétis, mas não chegou às expetativas. Conseguiu uma boa carreira, mas longe de ser inesquecível.
36 - Julio Baptista, São Paulo: Podia ter sido enorme, mas não foi capaz. 'La Bestia' passou por Sevilla, Real Madrid e Arsenal em quatro temporadas, mas depois 'perdeu-se'.
35 - Mikel Arteta, Barcelona: Não chegou a ser um dos melhores, mas conseguiu ser herói no Everton. Depois de oito épocas nos toffees, passou para o Arsenal, onde também foi sólido.
34 - Fernando Cavenaghi, River Plate: Podia ter sido muito mais do que foi. Teve um começo excelente de carreira, com 55 golos em 90 jogos pelo River Plate e protagonizou duas excelentes épocas no Bordéus, mas depois de sair de França pouco jogou e não voltou a ser o mesmo até regressar à Argentina. Terminou no Chipre.
33- Steven Pienaar, Ajax Cape Town: Foi um dos melhores jogadores da história da África do Sul, com passagens por Everton e Ajax da Holanda.
32 - Xabi Alonso, Real Sociedad: foi um dos melhores médios dos últimos largos anos e foi sempre gigante em todos os clubes por onde passou.
31 - Jermain Defoe, West Ham: Um goleador nato desde sempre. Continua a marcar aos 36 anos e assim deve continuar até à sua retirada.
30 - Emanuele Calaiò, Torino: Demonstrou os seus instintos de goleador no Pescara, Nápoles, Siena e Parma. Nunca conseguiu outros voos e nunca foi internacional pelo seu país.
29 - Roberto Guana, Brescia: Não passou de um bom médio para equipas do meio da tabela do campeonato italiano.
28 - Asier Del Horno, Athletic: Teve um excelente início de carreira e chegou ao Chelsea... E ficou-se por aí.
27 - Michael Carrick, West Ham: Foi dono e senhor do meio-campo do Manchester United, onde ainda os adeptos chamam por ele.
26 - Pepe Reina, Barcelona: Foi campeão da Europa e do Mundo e tem mais de 700 jogos.
25 - Gaetano D’Agostino, Roma: O topo da sua carreira foi atingido em quatro temporadas na Udinese, de 2006 a 2010.
24 - David Aganzo, Real Madrid: Ganhou uma Liga dos Campeões no começo da carreira e a partir daí raramente passou por clubes da La Liga.
23 - Francis Jeffers, Everton: O seu ponto alto foi a época 2002/03 no Arsenal. Foi inconstante durante quase toda a sua carreira, nunca sendo titular de caras na Premier League.
22 - Philippe Mexès, Auxerre: Foi sempre cumpridor. Numa carreira sólida, passou por Auxerre, Roma e Milan.
21 - Kaká, São Paulo: Ganhou a Bola de Ouro em 2007 e tinha o mundo aos seus pés. A decisão de ir para o Real Madrid acabou por não ser a melhor e o brasileiro passou cada vez mais ao lado dos holofotes, até terminar a carreira nos EUA.
20 - Fabricio Coloccini, Milan: Cumpriu sempre em todos os clubes por onde passou, com destaque para o Newcastle, onde jogou durante quase oito temporadas.
19 - Massimo Donati, Atalanta: Passou quase toda a sua carreira em clubes menores de Itália, com exceção de uma temporada no Milan. O campeonato escocês, ganho ao serviço do Celtic, é o seu único título.
18 - Samuele Dalla Bona, Chelsea: Fez duas boas temporadas pelos blues. Ainda passou pelo Milan e teve duas boas épocas no Lecce e Sampdoria. Depois disso, desapareceu.
17 - Owen Hargreaves, Bayern Munique: De mais passou para menos e de menos passou para nada. A quantidade de problemas nos joelhos também não ajudou a que o inglês atingisse o estrelato.
16 - Daniele Bonera, Brescia: No começo da carreira prometia muito e chegou mesmo ao Milan, onde ganhou a Liga dos Campeões. No entanto, em Milão foi apenas jogando de vez em quando, acabando por ingressar no Villarreal.
15 - Alberto Gilardino, Piacenza: Foi um dos melhores avançados italianos do século XXI, com mais de 200 golos marcados.
14 - Pinga, Torino: Quem?
13 - Andrés D’Alessandro, River Plate: Tinha qualidade de sobra, faltou a regularidade. Ainda joga no Internacional.
12 - Djibril Cissé, Auxerre: Cumpridor. Teve um final de carreira que não espelhou toda a qualidade que mostrou no seu auge.
11 - Roque Santa Cruz, Bayern Munique: Acabou por ser curto para as grandes equipas, mas cumpriu sempre em clubes médios. Ainda joga no Paraguai.
10 - Johnnier Montaño, Parma: Em quatro anos na Europa não fez pouco mais de 30 jogos. Passou grande parte da sua carreira no Peru e muito longe do topo.
9 - Vicente, Valencia: Se não fossem as lesões, podia ser muito mais.
8 - Samuel Eto'o, Real Madrid: Tornou-se num dos melhores avançados da última década no Barcelona. É pena estar longe dos holofotes no final da carreira.
7 - Adriano, Flamengo: Se tivesse cabeça, teria sido um dos melhores de sempre, mas acabou por passar ao lado de uma grande carreira.
6 - Joe Cole, West Ham: A eterna promessa inglesa.
5 - Rafael Van der Vaart, Ajax: Muita qualidade, mas nunca conseguiu singrar nos grandes.
4 - Zlatan Ibrahimovic, Malmö: Lenda. Deus Zlatan desde sempre. Não falhou em nenhum clube por onde passou.
3 - Iker Casillas, Real Madrid: Lenda nos merengues, fez depois quatro épocas em grande nível no FC Porto, mas um enfarte do miocárdio deve terminar-lhe a carreira.
2 - Antonio Cassano, Bari: Foi grande, mas nem de perto, nem de longe o que poderia ter sido. Quando a cabeça não tem juízo...
1 - Javier Saviola, River Plate: 'El Conejo' podia ter sido tudo, mas as lesões e a falta de oportunidades depois da saída do Barcelona levou-o a ser 'só' um bom avançado. Ainda se revitalizou na Luz, mas não por muito tempo.
Eram as 50 maiores promessas em 2000. Vejamos o destino e a carreira destes jogadores que impressionaram na juventude, salientando que há dois atletas bem conhecidos dos portugueses no top três.

Pub

Publicidade

Últimas Notícias

Notícias

Fotogalerias

Fotogalerias

Sporting

Fotogalerias