Laurent Blanc - Sem orientar qualquer clube desde 2016, altura em que saiu do Paris Saint-Germain, Laurent Blanc será sempre um nome a ter em conta no que toca à escolha de um treinador de eleição. Em 126 jogos pelos parisienses, o técnico francês conquistou três campeonatos (2013/14, 2014/15 e 2015/16), três Taças da Liga de França (2013/14, 2014/15 e 2015/16), três Supertaças (2013/14, 2014/15 e 2015/16) e ainda duas Taças de França (2014/15 e 2015/16).
Marcelino Toral - Teve uma saída um pouco atribulada do Valencia, o seu último clube, emblema onde conquistou a sua última Taça do Rei de Espanha. Com passagens por Racing, Sporting Gijón, Recreativo Huelva, Zaragoza, Sevilha e Villarreal, o treinador espanhol já procura um novo local para ser 'feliz'.
Quique Setién - Adorado por muitos e odiado por vários. O treinador de 61 anos teve como grande feito da sua carreira profissional a ida à fase de grupos da Liga Europa. Posteriormente, o estilo de futebol que a equipa praticava não garantia resultados e acabou por sair com grande contestação dos adeptos verdiblancos. Chegou a ser apontado ao Sporting.
Quique Flores - Depois de uma experiência infeliz ao comando dos ingleses do Watford, o treinador espanhol, de 54 anos, conta com uma Liga Europa e uma Supertaça Europeia, títulos conquistados em 2009/10 e 2010/11, respetivamente, ao serviço do Atlético Madrid. Relembre que Quique Flores chegou a ter uma passagem pelo campeonato português, mais propriamente ao serviço do Benfica, clube que levou à conquista de uma Taça da Liga, em 2008/09.
Santiago Solari - Com uma carreira intrínsecamente ligada ao Real Madrid, desde as camadas jovens até à equipa principal dos merengues, naquele que foi o seu último desafio profissional. Pelos madridistas, Solari chegou a realizar 28 jogos, com uma média de dois pontos por jogo, mas não enchia as medidas dos adeptos.
Luciano Spalletti - Uma carreira dedicada ao futebol italiano, com passagens pelo Empoli, Sampdoria, Venezia, Udinese, Ancona, AS Roma e Inter, o treinador italiano esteve pela última vez ao ativo ao serviço dos nerazzurri. Em 99 jogos pela formação de Milão, Spalletti alcançou uma média de 1,80 pontos por jogo: número àquem daquilo que era pretendido pela direção do clube. No seu palmarés conta com troféus como uma Supertaça de Itália (2007/08) e duas Taças de Itália (2006/07 e 2007/08), ao serviço da AS Roma.
Robert Moreno - Foi, durante seis meses, treinador-adjunto de Luis Enrique na seleção espanhola, tendo asumido o cargo principal após a morte da filha de Luis Enrique, que acabou por voltar e 'riscar' Moreno da sua equipa técnica. Porém, o período em que teve no comando da 'Roja' deixaram boas indicações daquilo que Robert Moreno será capaz de fazer enquanto treinador principal. Atualmente, espera um novo desafio para a sua carreira.
Unai Emery - Conquistou três Liga Europa de forma consecutiva (2014/15, 2015/16 e 2016/17) ao serviço do Sevilha e sentiu que era o momento de abraçar um desafio diferente. Chegou ao Paris Saint-Germain e títulos não faltaram: um campeonato, duas Taças de França (2016/17 e 2017/18), uma Taça da Liga de França (2017/18) e ainda duas Supertaças (2016/17 e 2017/18). Por fim, chegou ao Arsenal... onde não vingou.
Massimiliano Allegri - Levou o AC Milan ao seu último título nacional, em 2010/11, antes de rumar à Juventus, onde foi pentacampeão, conquistou quatro Taças de Itália (2014/15, 2015/16, 2016/17 e 2017/18) e ainda duas Supertaças (2015/16 e 2018/19). Contudo, a falha de projeção da Vecchia Signora na Liga dos Campeões levou à direção a tomar outras escolhas. Atualmente, é um dos treinadores mais cobiçados.
Carlo Ancelotti - Um turbilhão de incompatibilidades com Aurelio De Laurentiis, presidente do Nápoles, levou ao treinador italiano a afastar-se da equipa Gli Azzuri mesmo depois de ter qualificado a equipa para os oitavos-de-final da Liga dos Campeões... e com uma goleada. Juventus, Real Madrid, AC Milan, Chelsea, PSG e Bayern foram alguns dos clubes pelos quais Carlo Ancelotti já passou e, ao que tudo indica, não irá ficar por aqui.
Niko Kovac - Um dos casos mais estranhos desta lista. No único ano em que esteve ao serviço do Bayern Munique, conquistou todas as competições internas - campeonato, Taça da Liga e Taça da Alemanha. Já no arranque desta temporada, goleou o Tottenham na fase de grupos da Liga dos Campeões, por um histórico 7-2, estava em primeiro lugar da Bundesliga, mas... acabou despedido. Será, certamente, um dos nomes mais cobiçados entre os treinadores já referidos.
Pochettino - Depois de levar o Tottenham a uma final da Liga dos Campeões, em 2018/19, o técnico argentino não começou da melhor forma a presente época desportiva e acabou mesmo por ser despedido do comando técnico dos spurs, dando lugar a José Mourinho. Atualmente, é um dos treinadores livres com maior renome e mais apetecível para os principais clubes europeus.
Marco Silva - Recentemente despedido do Everton, após deixar o clube em lugares de zona de descida, o treinador português chegou a fazer 61 jogos ao serviço dos toffees, mas desde a sua chegada ao emblema de Liverpool, que nunca foi consensual entre os adeptos. No seu palmarés contam a conquista de uma Segunda Liga portuguesa, com o Estoril Praia, em 2011/12, uma Taça de Portugal, com o Sporting, em 2014/15, e um campeonato da Grécia, em 2015/16.
Laurent Blanc - Sem orientar qualquer clube desde 2016, altura em que saiu do Paris Saint-Germain, Laurent Blanc será sempre um nome a ter em conta no que toca à escolha de um treinador de eleição. Em 126 jogos pelos parisienses, o técnico francês conquistou três campeonatos (2013/14, 2014/15 e 2015/16), três Taças da Liga de França (2013/14, 2014/15 e 2015/16), três Supertaças (2013/14, 2014/15 e 2015/16) e ainda duas Taças de França (2014/15 e 2015/16).
Marcelino Toral - Teve uma saída um pouco atribulada do Valencia, o seu último clube, emblema onde conquistou a sua última Taça do Rei de Espanha. Com passagens por Racing, Sporting Gijón, Recreativo Huelva, Zaragoza, Sevilha e Villarreal, o treinador espanhol já procura um novo local para ser 'feliz'.
Quique Setién - Adorado por muitos e odiado por vários. O treinador de 61 anos teve como grande feito da sua carreira profissional a ida à fase de grupos da Liga Europa. Posteriormente, o estilo de futebol que a equipa praticava não garantia resultados e acabou por sair com grande contestação dos adeptos verdiblancos. Chegou a ser apontado ao Sporting.
Quique Flores - Depois de uma experiência infeliz ao comando dos ingleses do Watford, o treinador espanhol, de 54 anos, conta com uma Liga Europa e uma Supertaça Europeia, títulos conquistados em 2009/10 e 2010/11, respetivamente, ao serviço do Atlético Madrid. Relembre que Quique Flores chegou a ter uma passagem pelo campeonato português, mais propriamente ao serviço do Benfica, clube que levou à conquista de uma Taça da Liga, em 2008/09.
Santiago Solari - Com uma carreira intrínsecamente ligada ao Real Madrid, desde as camadas jovens até à equipa principal dos merengues, naquele que foi o seu último desafio profissional. Pelos madridistas, Solari chegou a realizar 28 jogos, com uma média de dois pontos por jogo, mas não enchia as medidas dos adeptos.
Luciano Spalletti - Uma carreira dedicada ao futebol italiano, com passagens pelo Empoli, Sampdoria, Venezia, Udinese, Ancona, AS Roma e Inter, o treinador italiano esteve pela última vez ao ativo ao serviço dos nerazzurri. Em 99 jogos pela formação de Milão, Spalletti alcançou uma média de 1,80 pontos por jogo: número àquem daquilo que era pretendido pela direção do clube. No seu palmarés conta com troféus como uma Supertaça de Itália (2007/08) e duas Taças de Itália (2006/07 e 2007/08), ao serviço da AS Roma.
Robert Moreno - Foi, durante seis meses, treinador-adjunto de Luis Enrique na seleção espanhola, tendo asumido o cargo principal após a morte da filha de Luis Enrique, que acabou por voltar e 'riscar' Moreno da sua equipa técnica. Porém, o período em que teve no comando da 'Roja' deixaram boas indicações daquilo que Robert Moreno será capaz de fazer enquanto treinador principal. Atualmente, espera um novo desafio para a sua carreira.
Unai Emery - Conquistou três Liga Europa de forma consecutiva (2014/15, 2015/16 e 2016/17) ao serviço do Sevilha e sentiu que era o momento de abraçar um desafio diferente. Chegou ao Paris Saint-Germain e títulos não faltaram: um campeonato, duas Taças de França (2016/17 e 2017/18), uma Taça da Liga de França (2017/18) e ainda duas Supertaças (2016/17 e 2017/18). Por fim, chegou ao Arsenal... onde não vingou.
Massimiliano Allegri - Levou o AC Milan ao seu último título nacional, em 2010/11, antes de rumar à Juventus, onde foi pentacampeão, conquistou quatro Taças de Itália (2014/15, 2015/16, 2016/17 e 2017/18) e ainda duas Supertaças (2015/16 e 2018/19). Contudo, a falha de projeção da Vecchia Signora na Liga dos Campeões levou à direção a tomar outras escolhas. Atualmente, é um dos treinadores mais cobiçados.
Carlo Ancelotti - Um turbilhão de incompatibilidades com Aurelio De Laurentiis, presidente do Nápoles, levou ao treinador italiano a afastar-se da equipa Gli Azzuri mesmo depois de ter qualificado a equipa para os oitavos-de-final da Liga dos Campeões... e com uma goleada. Juventus, Real Madrid, AC Milan, Chelsea, PSG e Bayern foram alguns dos clubes pelos quais Carlo Ancelotti já passou e, ao que tudo indica, não irá ficar por aqui.
Niko Kovac - Um dos casos mais estranhos desta lista. No único ano em que esteve ao serviço do Bayern Munique, conquistou todas as competições internas - campeonato, Taça da Liga e Taça da Alemanha. Já no arranque desta temporada, goleou o Tottenham na fase de grupos da Liga dos Campeões, por um histórico 7-2, estava em primeiro lugar da Bundesliga, mas... acabou despedido. Será, certamente, um dos nomes mais cobiçados entre os treinadores já referidos.
Pochettino - Depois de levar o Tottenham a uma final da Liga dos Campeões, em 2018/19, o técnico argentino não começou da melhor forma a presente época desportiva e acabou mesmo por ser despedido do comando técnico dos spurs, dando lugar a José Mourinho. Atualmente, é um dos treinadores livres com maior renome e mais apetecível para os principais clubes europeus.
Marco Silva - Recentemente despedido do Everton, após deixar o clube em lugares de zona de descida, o treinador português chegou a fazer 61 jogos ao serviço dos toffees, mas desde a sua chegada ao emblema de Liverpool, que nunca foi consensual entre os adeptos. No seu palmarés contam a conquista de uma Segunda Liga portuguesa, com o Estoril Praia, em 2011/12, uma Taça de Portugal, com o Sporting, em 2014/15, e um campeonato da Grécia, em 2015/16.
Laurent Blanc - Sem orientar qualquer clube desde 2016, altura em que saiu do Paris Saint-Germain, Laurent Blanc será sempre um nome a ter em conta no que toca à escolha de um treinador de eleição. Em 126 jogos pelos parisienses, o técnico francês conquistou três campeonatos (2013/14, 2014/15 e 2015/16), três Taças da Liga de França (2013/14, 2014/15 e 2015/16), três Supertaças (2013/14, 2014/15 e 2015/16) e ainda duas Taças de França (2014/15 e 2015/16).
Marcelino Toral - Teve uma saída um pouco atribulada do Valencia, o seu último clube, emblema onde conquistou a sua última Taça do Rei de Espanha. Com passagens por Racing, Sporting Gijón, Recreativo Huelva, Zaragoza, Sevilha e Villarreal, o treinador espanhol já procura um novo local para ser 'feliz'.
Quique Setién - Adorado por muitos e odiado por vários. O treinador de 61 anos teve como grande feito da sua carreira profissional a ida à fase de grupos da Liga Europa. Posteriormente, o estilo de futebol que a equipa praticava não garantia resultados e acabou por sair com grande contestação dos adeptos verdiblancos. Chegou a ser apontado ao Sporting.
Quique Flores - Depois de uma experiência infeliz ao comando dos ingleses do Watford, o treinador espanhol, de 54 anos, conta com uma Liga Europa e uma Supertaça Europeia, títulos conquistados em 2009/10 e 2010/11, respetivamente, ao serviço do Atlético Madrid. Relembre que Quique Flores chegou a ter uma passagem pelo campeonato português, mais propriamente ao serviço do Benfica, clube que levou à conquista de uma Taça da Liga, em 2008/09.
Santiago Solari - Com uma carreira intrínsecamente ligada ao Real Madrid, desde as camadas jovens até à equipa principal dos merengues, naquele que foi o seu último desafio profissional. Pelos madridistas, Solari chegou a realizar 28 jogos, com uma média de dois pontos por jogo, mas não enchia as medidas dos adeptos.
Luciano Spalletti - Uma carreira dedicada ao futebol italiano, com passagens pelo Empoli, Sampdoria, Venezia, Udinese, Ancona, AS Roma e Inter, o treinador italiano esteve pela última vez ao ativo ao serviço dos nerazzurri. Em 99 jogos pela formação de Milão, Spalletti alcançou uma média de 1,80 pontos por jogo: número àquem daquilo que era pretendido pela direção do clube. No seu palmarés conta com troféus como uma Supertaça de Itália (2007/08) e duas Taças de Itália (2006/07 e 2007/08), ao serviço da AS Roma.
Robert Moreno - Foi, durante seis meses, treinador-adjunto de Luis Enrique na seleção espanhola, tendo asumido o cargo principal após a morte da filha de Luis Enrique, que acabou por voltar e 'riscar' Moreno da sua equipa técnica. Porém, o período em que teve no comando da 'Roja' deixaram boas indicações daquilo que Robert Moreno será capaz de fazer enquanto treinador principal. Atualmente, espera um novo desafio para a sua carreira.
Unai Emery - Conquistou três Liga Europa de forma consecutiva (2014/15, 2015/16 e 2016/17) ao serviço do Sevilha e sentiu que era o momento de abraçar um desafio diferente. Chegou ao Paris Saint-Germain e títulos não faltaram: um campeonato, duas Taças de França (2016/17 e 2017/18), uma Taça da Liga de França (2017/18) e ainda duas Supertaças (2016/17 e 2017/18). Por fim, chegou ao Arsenal... onde não vingou.
Massimiliano Allegri - Levou o AC Milan ao seu último título nacional, em 2010/11, antes de rumar à Juventus, onde foi pentacampeão, conquistou quatro Taças de Itália (2014/15, 2015/16, 2016/17 e 2017/18) e ainda duas Supertaças (2015/16 e 2018/19). Contudo, a falha de projeção da Vecchia Signora na Liga dos Campeões levou à direção a tomar outras escolhas. Atualmente, é um dos treinadores mais cobiçados.
Carlo Ancelotti - Um turbilhão de incompatibilidades com Aurelio De Laurentiis, presidente do Nápoles, levou ao treinador italiano a afastar-se da equipa Gli Azzuri mesmo depois de ter qualificado a equipa para os oitavos-de-final da Liga dos Campeões... e com uma goleada. Juventus, Real Madrid, AC Milan, Chelsea, PSG e Bayern foram alguns dos clubes pelos quais Carlo Ancelotti já passou e, ao que tudo indica, não irá ficar por aqui.
Niko Kovac - Um dos casos mais estranhos desta lista. No único ano em que esteve ao serviço do Bayern Munique, conquistou todas as competições internas - campeonato, Taça da Liga e Taça da Alemanha. Já no arranque desta temporada, goleou o Tottenham na fase de grupos da Liga dos Campeões, por um histórico 7-2, estava em primeiro lugar da Bundesliga, mas... acabou despedido. Será, certamente, um dos nomes mais cobiçados entre os treinadores já referidos.
Pochettino - Depois de levar o Tottenham a uma final da Liga dos Campeões, em 2018/19, o técnico argentino não começou da melhor forma a presente época desportiva e acabou mesmo por ser despedido do comando técnico dos spurs, dando lugar a José Mourinho. Atualmente, é um dos treinadores livres com maior renome e mais apetecível para os principais clubes europeus.
Marco Silva - Recentemente despedido do Everton, após deixar o clube em lugares de zona de descida, o treinador português chegou a fazer 61 jogos ao serviço dos toffees, mas desde a sua chegada ao emblema de Liverpool, que nunca foi consensual entre os adeptos. No seu palmarés contam a conquista de uma Segunda Liga portuguesa, com o Estoril Praia, em 2011/12, uma Taça de Portugal, com o Sporting, em 2014/15, e um campeonato da Grécia, em 2015/16.
Despedimentos e incompatibilidades com as direções são as principais causas

Mais Fotogalerias

Fotogalerias

Benfica

Fotogalerias

Sporting

Fotogalerias

FC Porto

Fotogalerias

Copyright © 2019. Todos os direitos reservados. É expressamente proibida a reprodução na totalidade ou em parte, em qualquer tipo de suporte, sem prévia permissão por escrito da Cofina Media S.A. Consulte a Política de Privacidade Cofina.