Vilafranquense une-se contra o incumprimento salarial de vários meses e ameaça parar

O grupo de trabalho do Vilafranquense uniu-se na sala de conferência de imprensa do Municipal de Rio Maior, após o empate a um frente ao Leixões (1-1), para anunciar uma forma de protesto contra o incumprimento salarial que dura há cerca de três meses. Tiago Mota, um dos capitães de equipa, foi a voz dos ribatejanos. "Não temos condições. Se a situação não for resolvida até terça-feira, o clube vai parar", anunciou. Até lá, o staff técnico de Filipe Moreira e jogadores vão contactar o Sindicato presidido por Joaquim Evangelista.

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