Dia 24 de fevereiro de 2001. Era sábado e a Seleção Nacional sub-15 defrontava a África do Sul num jogo de preparação. Porque estamos a lembrar isso 20 anos depois? É que essa foi a primeira vez que Cristiano Ronaldo usou as quinas ao peito. Na altura com Silveira Ramos como selecionador – Carlos Dinis orientou a equipa – e com 16 anos acabados de fazer, CR7 mostrou faro apurado e marcou o segundo golo no triunfo (2-1) da Seleção, já depois de Diogo Andrade ter aberto o ativo, num jogo arbitrado pelo sueco Jonas Eriksson.
“Não sabia que tinha sido o primeiro jogo dele. Suspeitava porque me recordo de muitos outros jogadores da geração dele. Lembro-me, sobretudo, porque foi a primeira vez que apitei fora da Suécia”, afirmou em entrevista à Lusa, antes de lembrar um outro momento com CR7: “É um privilégio ter seguido a sua carreira desde o seu primeiro jogo internacional e o primeiro golo, mas é engraçado porque também o arbitrei em 2012, na Liga dos Campeões. Depois do jogo, eu tinha a bola na mão e ele dirigiu-se a mim: ‘Por favor, senhor Eriksson, posso ficar com a bola?”, recordou, lembrando um hat trick de CR7 que, na Seleção Nacional, tem 170 jogos e 102 golos, a sete do recorde do iraniano Ali Daei.
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