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Cristiano Ronaldo voltou a exibir-se em grande nível com a camisola da Seleção Nacional, ao bisar no triunfo (3-0) português diante da Hungria, na 1.ª jornada do Grupo F do Euro'2020. O avançado de 36 anos bateu recordes e está a agora a apenas 3 golos de superar o iraniano Ali Daei como o maior marcador da história em termos de seleções. Um registo que não deixa ninguém indiferente e mereceu rasgados elogios de Gary Neville, antigo companheiro de CR7 no Manchester United.
"É um recorde obsceno. Marcar 106 golos pelo seu país é absolutamente ridículo. Ele limita-se a continuar a bater recorde individual atrás de recorde individual", afirmou o antigo internacional inglês, no canal britânico 'ITV Sports', onde é comentador. "Antes do jogo dissemos que os jogadores, quando dão entrevistas, referem-se à equipa. Ele refere-se sempre à equipa, mas também quer ser o melhor jogador do mundo e ser visto como um dos melhores de sempre em termos de marcar mais golos do que qualquer outro. Ele quer e vai consegui-lo", acrescentou.
Gary Neville destaca a capacidade que CR7 teve para adaptar a sua forma de jogar à idade e admite ainda que começa a ficar sem palavras para descrever os feitos alcançados pelo português. "A sua forma física é absolutamente incrível e adaptou-se, pois sprintava pela ala esquerda e pela ala direita. Já não corre tanto, não é tão explosivo, mas é um caçador furtivo. Habitualmente não pensarias nele como um avançado-centro, mas nesta fase da carreira é um artilheiro brilhante. Já não há muito a dizer, na verdade", constatou o antigo lateral britânico.
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