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Cristiano Ronaldo tem prestado apoio à família de Diogo Jota e André Silva desde o primeiro momento em que tomou conhecimento do acidente ocorrido numa estrada espanhola. Manifestou de imediato o pesar de forma pública e deu sinal pelas vias adequadas de que, mesmo quando a tragédia estiver esquecida, continuará atento e próximo, suprindo qualquer necessidade que possa emergir.
A ausência do capitão da Seleção Nacional nas exéquias fúnebres dos dois irmãos, que se tornou notada por ser muito aguardada até a nível internacional, explica-se por uma questão íntima, resultante do trauma emocional vivido aquando da morte do pai, José Diniz Aveiro, em setembro de 2005.
Desde aí, quando foi surpreendido pelo falecimento encontrando-se em Moscovo, onde Portugal iria defrontar a Rússia, tendo sabido da situação através de Luiz Felipe Scolari, que Cristiano privilegia as homenagens em maior recato sendo essa a forma que encontrou de lidar com a dor. Neste caso, foi significativo o abalo pela perda de um amigo e companheiro com as quinas ao peito, ao lado do qual conquistou a Liga das Nações ainda há poucas semanas.
"Não faz sentido. Ainda agora estávamos juntos na Seleção, ainda agora tinhas casado. À tua familia, à tua mulher e aos teus filhos, envio os meus sentimentos e desejo-lhes toda a força do mundo. Sei que estarás sempre com eles. Descansem em Paz, Diogo e André. Vamos todos sentir a vossa falta", desabafou o camisola 7 nas redes sociais, partilhando o desespero da família.
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