A supertaça de Espanha que poderia chamar-se supertaça CR7

Marcou um golo em cada mão e ajudou à conquista do troféu em 2012

• Foto: Reuters

Uma supertaça de Espanha que bem poderia chamar-se supertaça de Cristiano Ronaldo. É que, se a edição de 2012 deste troféu foi parar ao museu do Santiago Bernabéu, muito se deve ao avançado português.

Faz hoje cinco anos que se jogou a segunda mão da supertaça, após a vitória do Barcelona por 3-2 na primeira mão, em Camp Nou. Já nessa partida Ronaldo havia deixado marca, com um golo que poderia ser importante. E foi.

Todos sabemos que os tentos marcados fora só contam ‘a dobrar’ em caso de empate quando somado o resultado das duas mãos. Ora, Ronaldo não só contribuiu com esse golo fora de casa como marcou outro dentro de portas, ajudando a construir o triunfo por 2-1 que deu o ‘caneco’ ao Real Madrid. E fê-lo ao melhor estilo: com um toque de calcanhar, tirou Piqué do caminho e chegou à grande área para finalizar certeiro.

"A verdade é que entrámos muito bem no jogo, fizemos dois golos e tivemos bastante confiança para praticar o nosso futebol. Na segunda parte, baixámos um pouco as linhas, o ritmo, mas isso também se deveu ao cansaço", referiu Cristiano.

"Este título dá-nos confiança, claro, e temos de saber desfrutá-lo. Contudo, temos de pensar no futuro, olhar para a frente, pois sabemos que o Real Madrid tem de estar no topo", concluiu, com a ambição habitual.

Por Luís Miroto Simões
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