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Roubo de documentos, violação da privacidade e prova proibida são algumas das linhas essenciais da defesa que os advogados de Cristiano Ronaldo estão a preparar para responder à notificação de reabertura do caso de alegada violação protagonizado pelo futebolista.
Os documentos de todo o processo que envolve Ronaldo em Las Vegas, no Nevada, EUA, incluindo o acordo celebrado entre o jogador e a mulher que o acusa de violação, Kathryn Mayorga, foram roubados por via informática do universo de representantes e advogados mais próximos do futebolista (o empresário Jorge Mendes e o advogado portuense Carlos Osório de Castro). A Sábado avança esta quinta-feira que o suspeito é o pirata informático português Rui Pinto, um dos envolvidos e, porventura, o maior impulsionador do caso Football Leaks e no roubo dos emails da correspondência interna do Benfica.
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