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Opinião
António Carraça

Rei morto, rei posto

Este negócio é cada vez mais uma atividade implacável. O resultado negativo de um simples jogo, mesmo no início de uma competição, pode alterar por completo a vida de um treinador. Refiro-me a Carlo Ancelotti , ex-treinador do poderoso Bayern Munique. Conjunturalmente falando, claro! Já que, dentro de alguns meses, o Euromilhões irá bater-lhe à porta de novo, pela voz e pela mão de um ou mais empresários, ao receber uma proposta milionária de um qualquer grande clube europeu. Ou chinês! E esta é a vida dos grandes e emblemáticos treinadores mundiais. Repetirem ciclos em clubes diferentes. Marcarem a sua passagem com vitórias, títulos e desilusões. Encherem o ‘baú’ com euros, libras e ienes! E seguirem em frente.

Também o nosso ‘especial one’ já passou pelo mesmo. Ciclos interrompidos. Sucesso eclipsado. Momentâneos resultados desportivos abaixo das expectativas. E não esquecendo a importância que nestas situações os jogadores e a imprensa têm, influenciando e ajudando os dirigentes a tomarem uma decisão. Normalmente, a decisão...

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Gastar mais algumas dezenas de milhões de euros do inicialmente orçamentado não é problema de maior. Nem sequer problema é para estas super potências do futebol. O importante é voltar às vitórias. Recuperar os pontos perdidos e lutar por títulos e ‘poder’. Estar na crista da onda para continuar no mercado da compra e venda de estrelas!

A economia do jogo como vetor importante e regenerador na tomadas das decisões. Já está a caminho e prestes a chegar, o próximo treinador do clube do majestoso senhor Beckenbauer!

Por António Carraça
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