Diego infeliz

Diego marca passo às ordens de Adriaanse. O jogador brasileiro, estrela do Santos, apaga-se no Dragão, o que tendo em conta o seu valor futebolístico é de lamentar. Com uma cotação inquestionável no Brasil, o portista vê na saída a única possibilidade de voltar a ser grande. A menos de três meses do fim da liga, só foi titular em 12 jogos (participou em 19) e marcou apenas um golo. É muito pouco.

Adriaanse foi dando alguns indícios do que seria a época de Diego. Na conferência de imprensa que se seguiu à derrota em Milão, explicou que escolhera Jorginho porque é "um jogador multifuncional", ao passo que Diego tinha de aprender "a defender mais.”

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Diego em vez de dar atenção ao que lhe ia chegando aos ouvidos, preferiu lamentavelmente vir para imprensa, através do pai, mandar recados para Adriaanse e FC Porto. Só perdeu com isso. Condenado a ver o Mundial pela televisão, o brasileiro arrisca um final de época nada condizente com o estatuto de pérola por lapidar com que chegou ao Porto.

A história merecia um final mais feliz. E de uma coisa Diego pode estar certo: o FC Porto não vai ceder.

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