Aos 46 minutos do jogo da Luz, uma disputa banal de bola fez Nuno Gomes ir ao chão. O árbitro não teve dúvidas e marcou o que não devia – o “penalty”.
Deus escreveu direito por linhas tortas e o fantástico Jorge Baptista humilhou Simão.
Mas menos de dez minutos depois, o mesmo Nuno Gomes, quando se preparava, junto à baliza adversária, para tentar enviar para o golo uma bola de ressalto que subira aos céus, foi claramente empurrado e derrubado.
Escuso de explicar o que fez o sr. Rui Costa. Aliás, não jogo na lotaria.