A entidade patronal dá-lhes o suficiente para que bebam umas imperiais e trinquem uns couratos – ou talvez nem isso. E foi assim que 11 profissionais de estômago vazio entraram no Dragão para não perderem por muitos com uma equipa de craques que podem beber champanhe e comer caviar.
Podia ter sido o primeiro do Porto! Ia sendo o primeiro do Porto! Foi quase o primeiro do Porto!, repetia, entusiasmado, o narrador da transmissão televisiva, relatando o que parecia.
Parecia mas não foi porque a turma vitoriana estava na Invicta para fazer história. E para dar uma bofetada de querer, talento e dignidade.