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E agora Camacho?

Faz hoje um ano que Camacho orientou o primeiro jogo como técnico do Benfica. A primeira vitória. Os primeiros sorrisos. A primeira satisfação.

Desde então o espanhol tem conhecido mais vezes a vitória do que a derrota. É reconhecido por querer ganhar sempre e ter um discurso aguerrido. Nas hostes encarnadas é respeitado. Aliás, por todo o país desportivo.

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Mas um ano depois Camacho tem o mesmo problema que tinha no dia em que pegou no Benfica. Uma equipa aquém das suas ambições, um grupo de trabalho que não lhe garante qualidade suficiente para tirar o tapete ao FC Porto de José Mourinho.

Este é, hoje, o grande dilema de Camacho. O espanhol é ambicioso, ganhador e pretende fazer figura na Europa. Para isso precisa de reforços sonantes, jogadores que façam a diferença. Este ano chegaram à Luz Alex e Luisão. Até agora, nenhum faz... nada.

Para Janeiro está prometido Fyssas, um lateral grego, experiente, que se pegar pode ser importante na manobra encarnada. Resta saber se as anunciadas dispensas de Roger, Cabral e Carlitos serão devidamente colmatadas. Se não... que mais poderá fazer o espanhol?

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