Falou-se esta semana, dos 180 milhões de euros que alguns dos clubes mais poderosos e endinheirados do Mundo estariam disponíveis para pagar ao Real Madrid pela saída da sua ‘jóia da coroa’. Inglaterra, de novo, França e China, o ‘Novo Mundo’, poderão ser os destinos de CR7 para a próxima época desportiva. No entanto, acho que o tempo do verbo correto a utilizar nesta frase será "poderia". E digo isso, porque não acredito por mais ‘malas de dinheiro’ que possam chegar destes destinos milionários, que o senhor engenheiro civil Florentino Pérez prescinda, a troco de alguma ‘plata’, do grande artífice das vitórias e dos troféus conquistados nos últimos anos pelo clube merengue.
Cristiano Ronaldo não só foi o homem do ‘estoque’, o ‘matador’ que aniquilou com os seus golos os consecutivos adversários que iam aparecendo pelo caminho, como também foi a ‘alma que rejuvenescia e dava alento à equipa sempre que as coisas não iam correndo bem. Foi o talento que marcava a diferença sempre que era necessário assumir o "estou aqui"!
O jogo é o momento. Quem viu, viu, quem não viu já não vai ver. Porque o momento passou. Já tudo irá ser diferente. A jogada. O remate. A finta. A defesa. O golo. Nada vai ser igual ao que se passou antes. Há minutos ou segundos atrás. Por isso, a importância de viver e sentir esse momento com a maior intensidade possível. Com total devoção e entrega como se fosse o último jogo da nossa vida. Tal como os toureiros na praça.
Glória ou morte...
E é assim que o nosso Cristiano Ronaldo vive o jogo. E, por isso, ele é o melhor no Mundo nesta profissão...