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Já foi sublinhada a míngua de jogadores portugueses nas equipas de segunda linha que os maiores clubes apresentaram na ronda da Taça. Centremo-nos num só caso. Um nome que pode tornar-se numa parábola do negócio cego em que o futebol português se está a transformar. Cego, por ser mau para clubes e pior para a Seleção. Puxemos do nome: Nélson Oliveira. Este jovem, vice-campeão mundial de Sub-20, teve finalmente a sua estreia com a camisola do Benfica. Contra quem? Contra um paupérrimo Portimonense, apostado em colocar dez jogadores nos últimos trinta e cinco metros de relva.
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