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O FC Porto-Sporting de amanhã é o primeiro teste de fogo à equipa de Paulo Bento. Aparece numa altura em que os leões estão a subir de rendimento, apesar da novela Liedson ter trazido alguma inquietação. Mas os sinais de união são maiores do que os problemas brasileiros. Bento fez o que Peseiro nunca teve a coragem de fazer. Colocou o craque na ordem. O ponta-de-lança resolve mas às vezes é um 31. E tem de perceber que os outros 27 são tão importantes como ele...
Em Alvalade ainda há quem tenha opiniões a mais. É curioso verificar como Bento fala apenas quando isso é necessário e como Carlos Freitas se resguarda – a si e à equipa – para logo outros aparecerem a palrar sobre tudo e sobre nada. Longe vão os tempos de unidade entre Ribeiro Teles e José Eduardo Bettencourt, quando as tomadas de posição leoninas eram bem pensadas antes de se tornarem oficiais.
Manolo Vidal foi homenageado. Uma festa merecida para um homem que soube acompanhar a equipa – em anos de títulos – e que nunca procurou o protagonismo. Não se pôs em bicos de pés na hora das vitórias nem fugiu nas derrotas. Faz falta.