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Que máquina?

Uma política de contratações errática, uma inédita mudança de treinador antes do início da SuperLiga e uma temporada até agora decepcionante em termos desportivos – eliminação da Taça, 3º lugar no campeonato e algumas exibições medíocres – são, até ao momento, o que se pode retirar da era pós-Mourinho no FC Porto. Mesmo sendo indesmentível que Pinto da Costa é o mais hábil e titulado dos presidentes do futebol português, continuo a acreditar que os títulos conquistados nos últimos dois anos pelos dragões se devem muito mais ao hoje técnico do Chelsea do que à tão afamada máquina portista.

O que me faz mais confusão é a política de contratações. Paulo Assunção, Rossato e Thiago nem chegaram a vestir a camisola azul e branca. Carlos Alberto mostrou pormenores geniais com Mourinho e agora não serve. Derlei é um jogador que qualquer treinador gostaria de ter e sai pela porta pequena.

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Agora chega... Léo Lima. Faz lembrar o tempo em que os empresários mandavam no clube. E que José Mourinho tão bem soube travar.

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