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Pronto, até a estrela do último milagreiro que havia em Portugal, Fernando Pinto, administrador-delegado da TAP, empalideceu. A transportadora nacional registou 8,8 milhões de contos de prejuízo no primeiro semestre do ano, embora a casca de banana da queda seja o anormal aumento dos combustíveis e não a falta de qualidade do gestor brasileiro, que Deus conserve na TAP.
São é azares a mais para um país onde nunca mais nada correu bem, excepto a útil condecoração dos U2 e o terno telegrama a felicitar Nino Vieira. Obras do PR, claro.
Que comece a SuperLiga. Bola, dêem-me bola a sério... E depressa!