Tenho admiração por Dias da Cunha, um presidente que deu classe ao Sporting, mais nitidez à sua grandeza.
Assisti ao seu penoso ocaso como líder dos leões, com atitudes pouco lógicas, raciocínios arrastados e frases desgarradas que fizeram esquecer momentos brilhantes, como aqueles em que falou com a coragem que outros não tiveram.
O Sporting acumulou derrotas e Dias da Cunha achou que a culpa não era dele, nem do treinador, nem dos jogadores – mas dos jornalistas. Fez a triste figura de protagonistas de outro campeonato. Por isso, vejo-o partir, e lamento escrever isto, com alívio e sem saudade.