Estava eu a beber uma Vidago Maçã, quase a fórmula da velha “gasosa” e do ainda mais vetusto “pirolito”, quando, vá lá saber-se porquê, me vem à cabeça o Fado do Quase.
Era assim: “Eu fui quase campeão, não ganhei a Taça UEFA mas estive quase, e à Liga dos Campeões só não vou por mais um quase...”
O intérprete, José Peseiro, de um estigma já não escapa: é um treinador quase sem sorte nos momentos decisivos. E quando essa estrelinha não brilha, todos os esforços são em vão. Não, nem todos, mas quase.