Podia ter sido Euzébio, podia ter sido Pelatini, ou Inzague, ou Prelé, ou Zedane, ou Beckigam, podia ter sido o que um homem quisesse.
Mas não, não éramos para aqui nenhuns analfabetos, mas jornalistas de craveira mundial. Diria mais: o País parecia-nos até pequeno para tanto talento.
Escrevemos apenas - e logo na página 3, na terça-feira - Beckembauer, sim, esse mesmo, o Franz, o Kaiser.
Afinal, somos umas bestas, ainda que com um ligeiro mérito: ao contrário de outros burros, reconhecemos os lapsos e pedimos desculpa.
Custa um bucado, mas a vida sem erros também seria uma chatice.