Dos automóveis ao tabaco, da roupa aos jornais, 2005 fica marcado como um ano de recessão no consumo, apesar de a retoma estar aí como jurava, em 2004, Durão Barroso antes de brilhantemente dizer adeus aos patetas.
Fica a esperança que 2006 seja um ano melhor, mesmo que tudo indique o contrário, pois à alta do preço do crude juntou-se já a subida dos juros e o agravamento das prestações de casas, carros e tudo o que se compre a crédito.
Os clubes, quase todos falidos, dividem-se: uns safam-se com o barato, outros continuam a dar anéis e dedos por supostas trutas. Leitor, não desanime, mas devo avisá-lo que o pior ainda está para vir.