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Por mim já não tenho muitas dúvidas. Aliás, há muito tempo que as dissipei, mas ontem, perante mais uma manifestação de superioridade do FC Porto sobre um adversário de valia acima da média, fiquei mais uma vez encantado com a vontade de vencer da equipa de José Mourinho.
No futebol português há dois ritmos diferentes. O ritmo de jogo dos portistas, incisivo, viril, sempre em cima da bola, e o dos outros. Mais ou menos com as mesmas características, mas nunca durante os 90 minutos como acontece com os dragões.
Depois há os jogadores que decidem. E aí Mourinho tem também muito por onde escolher.
Em foco, muito especial, continua Derlei. O homem que o FC Porto soube ir buscar a Leiria e transformar no segundo maior ás de trunfo do poderoso baralho que mora nas Antas, logo a seguir a Deco.
Pena foi que no encontro de ontem entre FC Porto e Boavista as pazes feitas recentemente entre as duas direcções tenham sido pura e simplesmente esquecidas. Mais uma vez houve entradas para todos os gostos e os jogadores fizeram a vida negra a Pedro Proença. Mourinho também fez o seu pequeno "show" no banco. O costume.