A progenitora (chamar-lhe mãe seria um abuso) e o tio da pequena Joana, de 8 anos, assassinada em 2004, foram condenados a pesadas penas pelo seu horrível crime: 20 e 19 anos, respectivamente.
Só não apanharam a pena máxima porque não se provou o dolo na profanação do cadáver, ou seja, serraram o corpo da criança apenas para que coubesse no frigorífico. Pormenores da lei em favor de gente bem intencionada.
De qualquer modo, a justiça funcionou e o tribunal cumpriu o seu dever, que é o de castigar culpados e absolver inocentes. Algo que talvez um dia chegue ao futebol português e lhe devolva parte da credibilidade perdida.