Na prova dos 50 quilómetros marcha, uma violência inaudita, do Mundial de Helsínquia, dois atletas portugueses foram dos últimos a atravessar a meta. Pedro Martins foi 20.º, meia hora depois do vencedor, e Jorge Costa o 22.º e penúltimo, a 44 minutos do russo que limpou o ouro.
Parece mau, mas não é tanto assim, já que 21 marchadores desistiram ou foram desqualificados. Os nossos, idos de um país de desistentes, onde quando há chatices se arreia, lutaram e honraram Portugal.
Mal desembarquem, claro, é metê-los no Júlio de Matos. Não devem estar a bater bem.