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Tomás Taveira e Souto Moura obtiveram distinções internacionais pelos seus projectos dos estádios de Aveiro e de Braga. Prémios justos para dois arquitectos de craveira mundial que estenderam aos recintos desportivos um talento com assinatura.
Mas a imprensa portuguesa, sempre pronta a perseguições e ajustes de contas, trouxe a primeiro plano o mérito de Moura e minimizou o de Taveira. Depois da desonestidade do livrinho camarário que dava as Torres das Amoreiras como de "autor desconhecido", já tudo se espera.