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Se fosse eu...

Se eu mandasse num clube, teria um director de comunicação eficiente. Era condição inegociável. Que se desse bem com os jornalistas e tivesse uma política de comunicação concreta para defender.

Se eu mandasse num clube, o homem forte do futebol teria carta branca para fazer o que quisesse com o orçamento definido. Em colaboração com o treinador mas assumindo as suas opções. Para que houvesse uma política de continuidade. Sempre.

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Se eu mandasse num clube, a equipa teria um acompanhamento total. O treinador não seria, nunca, o único a dar a cara nos momentos difíceis. Impossível.

Se eu mandasse num clube, os adeptos que prevaricassem não mais voltariam a entrar no estádio. E as claques pagariam as multas que originam com comportamentos desordeiros. Óbvio.

Se eu mandasse num clube, a empresa mais importante seria sempre a SAD do futebol. As outras seriam subalternas nas SGPS. O futebol é o motor de tudo o resto.

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Se eu mandasse num clube provavelmente ele ia à falência. Mas era assim.

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