O “Wall Street Journal”, com uma tiragem diária superior a 2 milhões e meio de exemplares e “rei” das publicações de referência, vai voltar a sair aos sábados.
Com essa edição de fim-de-semana, o diário norte-americano quebra a sua linha editorial rígida, alargando os tradicionais temas financeiros e políticos aos dedicados aos tempos livres, como a moda, o desporto ou a televisão.
Noventa marcas já deram o apoio publicitário à iniciativa, foram contratados mais 150 trabalhadores e “tablóidizaram-se” as edições europeia e asiática.
A revolução chegou ao convento. Na América. Por cá, só se ouvem ave-marias.