Tenho o privilégio de viver em frente a um dos mais belos espaços verdes da capital. Mas ultimamente a qualidade de vida que daí resulta entrou em queda, já que os pombos, cuja população é hoje excessiva, deixaram o bucolismo do jardim e vêm agora pousar no parapeito das janelas, onde me largam as suas prendas.
Mas não sou só eu que me queixo. Em Moura, a Associação SOS Animais não sabe o que há-de fazer com os 200 cães que já acolheu.
Os bichos são mais práticos do que os seres humanos. E respondem às tristezas da vida entregando-se ao prazer em loucas noites de sexo. Iuuupi!