Sexta-feira, 14 de Outubro de 2005

José António Saraiva, agora que deixa a direcção do Expresso, vai trabalhar para o Prémio Nobel e lançar novos títulos para o grupo Impresa.

E tem tido a gentileza de apontar estratégias ou, se calhar, a sagacidade de apregoar, para que outros se atirem de cabeça, o que não se deve fazer: já disse que tipo de semanário poderia concorrer com o Expresso e já ameaçou com o lançamento de um jornal desportivo gratuito, talvez saudoso das suas crónicas, de há mais de 30 anos, nas páginas de Desporto do Diário de Lisboa.

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Pela parte de Record, não se acanhe. Cavámos a trincheira. E mal a manhã acorde lá terá a resposta.

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