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Os fundamentalistas da moral e dos bons costumes teimam no cumprimento do preceito legal que impede um clube de proibir a utilização de um jogador que emprestou a outro emblema quando se der o confronto entre ambos. Pela clareza e contra a suspeição.
Vêem, claro, o problema do avesso, já que lei alguma consegue impedir a decisão de não jogar, que depende de critérios subjectivos – as opções do treinador, o parecer dos médicos e a disposição do futebolista – e, como tal, é impossível de ser contrariada.
Não deixar que o jogador actue contra o clube a que pertence, isso sim, acabaria de vez com todas as dúvidas.