Co Adriaanse abriu, através da sua infeliz confrontação com Léo Lima – uma baderna daquelas não deve sair do grupo de trabalho, sob pena de inevitável desgaste para quem a provoca –, uma guerra entre as “escolas” brasileira e holandesa. Um pouco ao jeito da que Van Gaal levou a efeito, com desastrosos resultados para si, no Barcelona de Rivaldo.
Admito que a “escola holandesa”, até porque importámos logo dois professores, tenha êxito em Portugal. Mas há um futuro que quem viver verá – sem holandeses e com muitos, muitos brasileiros.