O Metropolitano de Lisboa vai fechar o ano com um prejuízo acumulado de 3.100 milhões de euros. Em 2003 já íamos nos 2.800 milhões, o ano passado em 3.000 milhões, enfim, a teta da vaca não pára de dar de mamar.
Não vale a pena criticar a gestão de alguns clubes que vivem ainda no delírio megalómano, quando temos empresas públicas capazes de acumular défices pornográficos perante a passividade do accionista Estado que não consegue definir, de uma vez por todas, se devem os contribuintes pagar, ou não, o custo social dos transportes.
O exemplo tem de vir de cima. Não vindo, é o que se vê – vivemos na bagunça.