Nas suas medidas de relançamento da economia, Sócrates incluiu o fecho da CRIL, prometendo o que não sabe se pode cumprir. Também Ferreira do Amaral, que começou a obra, disse que a acabaria, mas foi-se embora há dez anos e deixou ficar a trapalhada.
Essa monguice irrita-me tanto que faço aqui hoje outra promessa: se logo me saírem os 70 camiões de notas no Euromilhões, metade – tanto como o FC Porto facturou este ano a vender jogadores – vai direitinha para a CRIL. A 10 de Junho, claro, quero ser comendador.