Substituições contra o sufoco
Este foi um jogo que começou com um Uruguai a jogar na espera, sempre em busca de lances em profundidade, enquanto Portugal optou mais pela posse de bola. Contudo, pareceu-me que era uma posse um pouco estéril, o que justifica a escassez de oportunidades até perto dos 30 minutos. Aliás, aos 32’ Diogo Costa começou a ‘abrir o livro’, quando defendeu de forma brilhante o remate de Bentancur. E lá continuámos com ascendente, apesar de uma circulação de bola que teimava em ser pouco objetiva, algo que permitiu aos uruguaios, seguros na defesa, espreitarem para fora da ‘toca’ e começarem a subir no terreno, metro a metro a cada minuto.