Asas a mais, cabeça a menos
Esta semana, dois lances resumiram aquilo que decide os grandes jogos. Na madrugada de sexta-feira, Gonçalo Ramos - feito no Seixal - subiu mais alto do que a defesa croata e cabeceou o golo que meteu Portugal nos quartos-de-final. Dois dias depois, foi Schjelderup, extremo do Benfica, a cruzar da esquerda para a cabeça de Haaland, que saltou por cima de Gabriel Magalhães e atirou o Brasil para fora do Mundial. Duas jogadas, duas cabeçadas, dois apuramentos. E, em ambas, uma ligação ao Benfica.