Pedro Brinca

Pedro Brinca Professor de Economia

A arte do possível

Rafa entrou e decidiu. Foi o último parágrafo em Alvalade — e quase o único em que o Benfica foi o protagonista. Porque, lido sem ele, o jogo foi exatamente o que Mourinho desenhou: menos posse de bola, bloco baixo e transição vertical por Prestianni, Schjelderup e, no desfecho, pelos frescos do banco. O Benfica entregou a iniciativa ao adversário e c obrou-a aos bocados, à maneira do treinador.

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