Pedro Brinca

Pedro Brinca Professor de Economia

O clássico que não nos serviu

Dois a zero ao intervalo, na Luz, contra um FC Porto que nos foi claramente superior na primeira parte. A frase não é minha, é de Mourinho, que admitiu sem rodeios que os dragões foram "muito mais intensos" e que ele próprio se sentiu "muito limitado". Há que lhe dar razão: durante 45 minutos, o Benfica foi uma sombra de si próprio, sem critério na construção, sem capacidade de travar as transições portistas e com Otamendi a cometer erros individuais graves na origem dos dois golos. O capitão, campeão do Mundo em título mas que chegou ao clássico fisicamente condicionado, viu Pietuszewski - o mais jovem de sempre a marcar ao Benfica num clássico com apenas 17 anos - driblá-lo e sentá-lo no relvado antes de bater Trubin.

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