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Pedro Casquinha
Pedro Casquinha Candidato a Vice-Presidente Direção do Benfica - Lista B

Luz ou Sombras: os caminhos para o futuro do Sport Lisboa & Benfica

 Com mais de um século de gloriosa história, é o amor extraordinário da sua massa adepta e associativa que faz do Sport Lisboa e Benfica um colossal e incomparável Clube. A paixão quase irracional dos seus adeptos espalhados pelo mundo acaba por dar razão àqueles que colocam na esfera da pura Emoção a origem da ambição por contínuas conquistas. Ou como o nosso hino evoca: essa "chama imensa".

Não é, no entanto, emoção, mas sim razão e sentido de responsabilidade aquilo que se pede aos sócios para o ato eleitoral do próximo dia 9 destinado a eleger os Órgãos Sociais do SLB. Porque o que está em causa não é escolher uma cara mais ou menos familiar para as próximas 4 jornadas; é sim eleger uma equipa e um projeto para 4 anos.

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O percurso recente que nos trouxe até este ato eleitoral ficará porventura como um dos mais emblemáticos exemplos de como até instituições de alto prestígio nacional e global podem ser de facto contaminadas na sua reputação e credibilidade por via de repetidos atos obscuros de dirigentes com agendas próprias duvidosas, onde tudo vale para proveito próprio, que não do Clube e alegadamente em prejuízo deste.

Por tudo isso, este é um período particularmente importante na história do Glorioso e onde importa que na sequência do resultado das eleições, o nosso clube não se torne também num infeliz paradigma de que a desresponsabilização, estratégias de amnésia ou de nunca nada assumir acabam por compensar.

Ser Benfica é, e sempre foi, dar a cara e assumir a responsabilidade de enfrentar as adversidades e os erros com soluções concretas que permitam engrandecer o nosso Clube a cada dia. Infelizmente muito pouca clarificação e ainda menos ideias observámos de quem herdou cargos, quiçá antes do timing planeado, e ainda por cima, pelas piores razões. Na verdade, custa relembrar o impacto dos tristes eventos de Julho deste ano onde pela primeira vez na história do nosso clube um Presidente em funções é removido do seu cargo por decreto judicial, manchando a reputação, danificando o prestígio e colocando sob irremediável dúvida todos aqueles que estiveram ao leme dos destinos do Benfica nos últimos anos. Os mesmos que se tornaram agora de novo candidatos, depois de anos e anos praticamente invisíveis em submissão e complacência total para com o poder absoluto do seu Líder. Sempre defendemos que as verdadeiras estrelas devem ser sempre os atletas, nunca os dirigentes ou Presidentes, mas afinal viemos a saber que o espírito democrático que sempre pautou a filosofia do nosso clube terá estado ausente em parte incerta e só há pouco terá dado um ar da sua graça. Ora tal é inimaginável.

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Como explicar um estilo de gestão desportiva sem rumo nem consistência, ao sabor do vento dos resultados e de disposições momentâneas, as dezenas de nomes que todos os anos chegam ao plantel de futebol  (alguns de qualidade medíocre face aos jovens talentos nascidos Benfica) sem se perceber muito bem quem realmente ganhará com isso ? E que desoladora imagem de marca de quem apregoa o futuro do Seixal, mas que o trata como plataforma de venda e dispensas, com os resultados á vista de todos no seu contributo praticamente nulo para a equipa principal de futebol.

Mas então como mudar de enredo se os atores, neste caso os dirigentes, forem os mesmos?

O Benfica não pode correr o risco da impreparação, fraqueza ou conivência dos seus dirigentes máximos para gerir os desafios empresariais, desportivos ou mesmo os inúmeros processos jurídicos que infelizmente ainda pendem sobre o Clube.

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É preciso um Novo Rumo capaz de aliar saúde financeira, seriedade e credibilidade a resultados e prestígio desportivo. Não a qualquer custo, mas com ética e princípios, porque acreditamos que não vale tudo para se ter êxito.

No próximo dia 9 a escolha é clara: por um lado alguém que tem tudo a provar para o cargo a que se propõe e cujo passado como dirigente dos últimos 12 anos é uma caixa negra de passividade e falta de ideias; por outro uma equipa de gestão capaz de levar por diante a tarefa de recuperação financeira e imagem do Benfica, onde a experiência, competência e benfiquismo militante são inquestionáveis, sem conivências com o passado recente.

Por isso me junto à ideia de Servir o Benfica, quando muitos se serviram dele.

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Com um programa de gestão suportado por medidas claras, concretas e realizáveis para as áreas desportiva, empresarial e associativa (https://benitez-2021.com/propostas), apresentamo-nos aos sócios com coragem e sem calculismos, num espírito da verdadeira Transparência e rigor.

No próximo Sábado dia 9, os sócios terão assim a escolha na Luz entre a sombra do passado recente e um novo caminho capaz de devolver a grandeza, a credibilidade e o sucesso desportivo ao Benfica.

Só este voto muda o Benfica.

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Por um Benfica campeão, com valores e tradição, faz sentido Servir o Benfica!

Viva o Glorioso.

 

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Pedro Casquinha

Candidato a Vice-Presidente Direção - Lista B

Por Pedro Casquinha
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