Vergonha internacional
Estamos às portas do ano 2020, numa sociedade aberta, informada e com todas as ferramentas para aprender e evoluir. Por isso, ontem, enquanto assistia incrédulo aos atos racistas ocorridos no Bulgária-Inglaterra, fui assaltado por um pergunta que, admito, me deixou tremendamente inquieto: quando o meu filho começar a questionar o mundo em que vive, como é que lhe explico que, em pleno século XXI, na Europa, há ainda pessoas com o cérebro tão mirrado, ao ponto de utilizarem o tom de pele como arma de insulto?