De estabilidade se enche o Museu

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No esférico da racionalidade futebolística quase tudo é redondo e nem a fina arte da gestão parece linear. Só neste contexto é compreensível que, no descer de pano de uma época de emoções épicas, marcada pela distribuição por quatro vencedores distintos, em cada uma das competições profissionais, a saber: Campeonato (Sporting Clube de Portugal), Taça de Portugal (Futebol Clube do Porto), Taça da Liga (Sporting de Braga) e Supertaça Cândido de Oliveira (Sport Lisboa e Benfica), a única certeza para 2024/2025 seja a mais inesperada e arriscada: a manutenção do mal-amado Roger Schmidt no comando das águias.

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