Multar o mal. Fazer o bem.

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No mundo de que nos dizemos contemporâneos, o espírito natalício alicerça-se num cada vez mais fino equilíbrio entre os valores da fraternidade e da solidariedade que, paulatinamente, têm vindo a ser eclipsados por uma pulsão consumista, que conhece ao maníaco detalhe tudo, menos os seus próprios limites.

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