Fatal como o destino

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Quando começou o jogo, o Benfica já sabia que não corria riscos de ficar fora da Europa e que a luta pela Champions era questão para resolver exclusivamente com o Bayern. As notícias de Atenas tiveram efeito perverso. Se era preciso ser agressivo a defender logo no ataque, Jonas foi má ideia. Se era avisado condicionar Robben, a asa esquerda teve um ataque de anemia. Se convinha controlar o jogo aéreo, custa a aceitar que Rúben e Conti tenham sido batidos por duas vezes em lances de fotocópia. Com o primeiro golo, o destino ficou traçado. Até final, foi tentar defender a honra. Ou o que restou dela. Era pouco provável que o Benfica de Vitória renascesse em Munique, mas acreditava-se que desse uma prova de vida em vez de sofrer golpe tão fatal.

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