Quem vai à baliza?
Nos meus tempos de miúdo, esta era uma pergunta que criava algum desconforto e situação em que se constatava que a vocação dos ‘jogadores’ raramente apontava para aquele lugar. Não havendo candidatos, a solução acabava por ser solidária e consensual: o posto era ocupado por tempo, sendo que este ou seria cronometrado ou ditado pelos golos sofridos ou marcados. A gestão da baliza, de facto, tem que se lhe diga e nas próximas horas essa será uma questão que irá merecer resposta dos treinadores das quatro equipas que vão disputar a Allianz Cup.