Braçadeira que passou a linha
Passavam poucos minutos das 15h30 do passado sábado, quando escrevi que ser ídolo é muito difícil, porque não se lhes é permitido errar. Bastaram apenas seis horas para que uma equipa de arbitragem cometesse várias decisões incompetentes que tiraram Ronaldo do sério. Não ver que aquele remate entrou na baliza da Sérvia foi um absurdo. Outro foi amarelar o jogador. Mais humilhante foi deslocar-se ao balneário português para se desculpar. De lamentar, ainda, que a milionária UEFA se esconda atrás da Covid para justificar a não inclusão de VAR numa competição de tal importância.