Campeões europeus: os médicos
Foram infinitos e angustiantes os minutos que se seguiram à queda de Eriksen. O drama estava instalado. Rostos de sofrimento e pânico em todo o Mundo. O atleta caiu inanimado e a equipa médica avançou num ápice. Os minutos foram de comoção mundial. O teto caiu-nos em cima, suplicou-se um milagre, implorou-se um suspiro, um movimento do atleta. Eriksen continuou imóvel, a esposa entrou em campo, os colegas protegeram-no de imediato numa cortina humana, de costas voltadas, rezando e chorando. Desta vez, tivemos um final feliz. E, de repente, o cenário épico, algo extra planetário, das estrelas do futebol tornou-se real, qual humanamente frágil, quase fatal.