Medalhas lusas e uma para... Laporta
Copiando os pódios Record, o orgulho lusitano está no ouro de Pichardo, na prata da Patrícia e no bronze de Pimenta e Jorge Fonseca. Os portugueses voaram, remaram e lutaram, históricos, estoicos, e por vezes fantasmagóricos. Obrigado lendas. Mas esta semana há que acrescentar a medalha de lata, tal como Record inventou e celebrizou. Desta vez, para Jorge Horacio Messi, pai do inigualável Lionel, que por ganância ou ignorância, não conseguiu agradecer ao Barça, quase 22 anos de retribuição recíproca. Não esquecemos o ultimato feito por ele no verão passado. Quando a avareza é tal, 500 milhões de euros de património líquido, nada significam, e que mais 10% disso, donde quer que venham, valem a pena. Não, não valem, e assim se sai, pela porta pequena, com toda a tristeza daí resultante. Ridículo. Face à situação económica mundial, impunha-se a um conselheiro ou agente grato e profissional, que esta época jogaria pelo valor que o clube pudesse pagar. Como Pau Gasol.