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Quem avisa, amigo é
O veneno infligido a Portugal tem sido lento e traiçoeiro. Já estamos a sofrer as consequências, nas diferentes formas de nos afastarem dos grandes palcos
Tem sido muitos os sinais de que a sobrevivência do futebol português está comprometida. Não porque os nossos clubes tenham feito algo errado. Não porque os jogadores ou treinadores não tenham sido competentes. Mas sim, porque existe uma operação europeia de desgaste, diminuição e combate a Portugal. A estratégia deles tem como objetivo final a centralização do poderio futebolístico no eixo Paris-Londres-Berlim. Quando se fizer a Superliga europeia (desta vez organizada pela UEFA, como é óbvio), os clubes lusitanos não vão estar lá. Passados mais uns anos, a mesma instituição vai organizar uma segunda divisão europeia, e aí provavelmente irão dar uma oportunidade ao Benfica, ao Sporting ou ao Porto.
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