Artur Fernandes

Artur Fernandes Presidente da Associação Nacional de Agentes de Futebol

Rui Jorge, o sucesso do anti-vedeta

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Como temos confirmado, o futebol português está bem e recomenda-se. Quando os teóricos do apocalipse levantam o nariz, logo surgem jovens jogadores, com maturidade de craques, a fazer-nos sonhar. A continuidade da ainda jovem Seleção Nacional A já está desenhada e garantida. E ainda que vozes discordantes sejam necessárias para, quando proativas, ajudarem à melhoria de muitos aspetos desta modalidade, no meio da turbulência, tal como na vida, a energia dos jovens, ajuda-nos a acreditar, a exultar e a sonhar. É o que sucede com a Seleção sub-21. Tem um eixo central de personalidade imposta pelos Diogos. No meio campo, vemos o Bragança e o Fábio com umas canhotas tão elegantes quanto sedutoras. Jogam com classe e apoiam-se nos desconcertantes Leão e Mota. Quando é necessário, desequilibram com Vitinha, Conte e Francisco. E os restantes também já deram provas de grande qualidade, tenham eles oportunidades de mostrar ainda mais.

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